20 junho 2012

FILME DA MINHA VIDA (Blogagem Coletiva)

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Os Filmes de Minha Vida são muitos. É difícil destacar apenas um, então aí vão alguns, em ordem alfabética e sem muitos detalhes (haja saudades):

A Garota dos Meus Sonhos (Still Breathing) (1997), com Brendan Fraser e Joanna Going;

Amor Sublime Amor (West Side Story) (1961), com Natalie Wood, David Winters, Rita Moreno;

Cantando na Chuva (Singing in the Rain) (1952), com Gene Kelly, Debbie Reynolds e Donald O´Connors;

Casablanca (Casablanca) (1942), com Humphrey Bogart, Ingrid Bergman, Claude Rains, Paul Henreid;

Conspiração do Silêncio (Bad Day at Black Rock) (1954), com Spencer Tracy, Robert Ryan, Anne Francis, Ernest Bornine;

Férias de Amor (Pic-Nic), (1955),
com William Holden e Kim Novak;

Matar ou Morrer (High Noon) (1952), com Gary Cooper, Grace Kelly, Katy Jurado, Thomas Mitchell;

O Grande Gatsby (The Great Gatsby) (1974), com Robert Redford e Mia Farrow;

Perfume de Mulher (Scent of Woman) (1992), com Al Pacino, Chris O´Donnel e Gabrielle Anwar;

Por Quem os Sinos Dobram (For Whom the Bell Tolls) (1943), com Gary Cooper e Ingrid Bergman;

Suplício de Uma Saudade (Love is a Many Splendored Thing) (1955), com William Holden, Jennifer Jones;
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Imagem: Google (O Grande Gatsby)

10 agosto 2009

BLOGAGEM COLETIVA

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Este post faz parte da blogagem coletiva para o dia de hoje idealizada pelo nosso amigo DO. É fruto da indignação que tomou conta de parcela da população brasileira diante dos últimos acontecimentos.

Sobre a crise (que “não é dele, mas do Senado...”) agravada por outras denúncias de nepotismo que acabaram indo “tudo para o fundo da gaveta”, nada melhor do que reproduzir trechos do pronunciamento feito em Brasília pelo Senador Pedro Simon (O Globo, sábado, 8, página 3 do Caderno O PAÍS): “... a vitória foi de Lula... Foi o presidente que de forma que nenhum ditador ou general de plantão fez com o Congresso, que, humilhando o seu próprio partido, o líder de sua bancada tomou uma posição acima do bem e do mal. Ele ganhou. Ele é o herói...”

Acho que o discurso do Senador gaúcho explica o sentimento da maioria da população consciente deste país. Mudar pelo voto, como já me expressei em algumas ocasiões, é difícil porque se o eleitor erra hoje, só poderá corrigir seu erro nos próximos quatro, cinco ou seis anos. Já vejo isso há mais de meio século...
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Imagem: O Globo
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20 julho 2009

ACREDITAR OU NÃO (20/07/1969)

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Certa vez passei uma meia hora dialogando com um senhor que defendia a idéia de que os americanos não tinham “descido na Lua". Eu argumentava que existiam as fotos e as imagens de TV para provar. E que se não fosse verdade os soviéticos, então ferozes inimigos dos americanos, teriam sido os primeiros a denunciar ao mundo o que seria um embuste do Tio Sam... Eu já tinha desistido de prosseguir naquela questão, porém a coisa ficou clara quando ele disse:

- "Bem, que os americanos foram até a Lua e desceram na sua superfície, eu acredito. O que eu não acredito é que tenham descido “na Lua", ou seja, para o interior dela, para as suas profundezas, porque para isso precisariam ter cavado uma imensa cratera e por ela penetrado no subsolo lunar..."

Foi então que entendi estarmos falando a mesma linguagem com pontos de vista diferentes, mas tão próximos: o "descer na Lua" significava para ele "o já estando na Lua, descer para o interior dela". Hoje vejo que existem os que ainda não acreditam...
PS - A própósito, tínhamos um colega de trabalho cujo casamento foi realizado exatamente em 20/07/1969. Numa brincadeira coletiva, passamos um "Western" pra ele nos seguintes termos: "Tenha uma feliz alunissagem no seu Mar da Tranquilidade". Se teve, não sabemos. E nem lhe perguntamos...
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Imagem: Google
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15 julho 2009

LIVRE - Tertúlia Virtual (15/07/2009)

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Recorro novamente às memórias do meu tempo de criança para não faltar à reunião do Tertúlia, uma brilhante idealização dos amigos Jorge Pinheiro e Eduardo Lunardelli. Não sei se "o tema é livre" ou simplesmente "LIVRE". Os dois pontos sugerem que seja mesmo "LIVRE".
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Morávamos numa pequena cidade do interior. Hoje é uma "metrópole"... Criança ainda, ansioso por chegar em casa depois das aulas, eu cortava caminho entrando diretamente no seu imenso quintal, entre mangueiras, goiabeiras, laranjeiras, jabuticabeiras... Paralelo ao fundo dos terrenos separando as duas ruas principais tinha um riacho de águas límpidas que chamávamos “córrego”. Canalizado pelo “progresso” passou a se chamar “avenida”.

Foi ali que certo dia eu encontrei caído junto a um arbusto um bonito sabiá-laranjeira. Aproximei-me devagar. Ainda respirava, seu coraçãozinho batia célere. Ferido gravemente numa das asas, ele não se incomodou quando o envolvi cuidadosamente no guardanapo onde embrulhava o lanche da escola...
Cuidei dele aplicando-lhe água oxigenada, esparadrapo, tudo o que pude e o que sabia fazer. Dei-lhe água, pedacinhos de arroz cozido, alface, alpiste e até um grão de feijão amassado... Aos poucos ele foi se recuperando.

Todo dia, eu vinha rápido da escola, brincava com ele, tentava ensiná-lo a cantar, coisa que não sabia fazer ou tinha desaprendido.
Tornara-se meu amigo, era isso o que passava pelo meu espírito de menino de sete, oito anos. Despreocupado quanto a sua possível fuga, improvisei-lhe um bom abrigo numa parede de tijolos vermelhos do quintal próximo à cozinha da casa.

Entretanto, uns dez dias depois veio a grande decepção: quando me aproximei dele, o “meu amigo” voou célere, elegante, "cheio de saúde" para o muro mais próximo. Cantou timidamente, quem sabe traduzindo em sua linguagem um "adeus, muito obrigado". E alçou vôo para o alto das árvores vizinhas.

Fiquei muito triste por uns dias. Achei aquilo uma grande ingratidão. Com o passar do tempo compreendi que, na verdade, ele não queria nada daquilo que eu lhe proporcionava. Desejava mesmo era viver entre os seus semelhantes. Enfim, ser um ser LIVRE.
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15 junho 2009

QUE LUGAR TE FAZ SENTIR EM CASA? - Tertúlia Virtual (15/06/09)

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O meus caros amigos Ery e Eduardo insinuaram que só estou postando para o Tertúlia... Não é isso, apenas o tempo tem sido curto, passando rápido. E a impressão não é somente minha. Nem estão tirando mais os enfeites de Natal... Então, não percamos tempo, mãos à obra, ou melhor, ao Tertúlia Virtual...
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Mais um tema interessante, de entendimento ambíguo, como bem definem os criadores do Tertúlia deste mês. Excetuando-se a minha própria casa, o que parece o óbvio para a maioria dos participantes, existe ou existiu um lugar em que eu me sentia “em casa”. Tão em casa que de seus jardins colhi uma semente de uma arvorezinha e que hoje certamente já é matriarca de umas cinco ou seis gerações... Seu jardineiro até me disse o nome dela, mas o papel anotado se perdeu pelo caminho.

A "casa" chamava-se Editora Brasil-América Ltda (EBAL), localizada na Rua Almério de Moura, bem em frente ao garboso e quase centenário Estádio de São Januário (dos poucos que não tiveram seu nome mudado para homenagear “personalidades do momento” e que depois cairam no esquecimento).
Pois bem, uma vez ao ano pelo menos, geralmente às vésperas do Natal, eu me presenteava com uma visita ao setor de vendas no primeiro andar da querida EBAL. Ali adquiria os últimos lançamentos dos maravilhosos almanaques do Flash Gordon (desenhos primorosos de Alexander Raymond). E também os do Príncipe Valente (de Hal Foster), The Spirit (de Will Eisner) ou do herói do espaço sideral, Brick Bradford (de William Ritt). Os psicólogos provavelmente me enquadrariam como um saudosista do tempo de criança. Pode ser, afinal todos temos em nós um pouquinho da criança/adolescente que fomos.
Um dia, como “não há bem que sempre dure” a tradicional Editora Brasil-América Ltda (EBAL), já não mais Ltda, mas S.A., fechou as suas portas definitivamente, há uns dez anos, se tanto. A sua sede, porém, permanece lá, imponente, bonita, trazendo saudades a quem, quando outrora a visitava, nela se sentia verdadeiramente “em casa”.
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Imagem: escaneada por Aps do livro "Tarzan", de Burne Hogarth (EBAL)
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15 maio 2009

TERTÚLIA VIRTUAL - 15/05/2009

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"Você irá passar 10 anos numa pequena ilha deserta no Pacífico, e só poderá levar cinco coisas . Quais seriam?". Eis o tema do Tertúlia de hoje. Eu, como de hábito, atrasado, mas presente...
Se eu pudesse levar para a tal ilha no meio do Pacífico cinco coisas (incluindo imagens ou pessoas) para lá ficar por 10 anos, eu levaria 36.500 palitos de fósforo de segurança, quantidade equivalente a 730 caixinhas com 50 em cada uma.
Não acredito naquela história de fazer fogo com pedaços molhados de galhos de árvores tão comum em gibis e filmes de faroeste...
Quanto às quatro outras coisas ou pessoas, que me perdoe o caro Eduardo, mas com certeza não levaria livros clássicos, exceto uma exemplar da Bíblia Sagrada. Ah, sim, ia me esquecendo: levaria também um canivete de escoteiro... E mais alguma coisa... E uma pessoa muita querida, se esta quisesse ir, claro.
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Imagem: Google

22 abril 2009

MOVIMENTO NATUREZA

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Em época de “enfrentar o Leão”, não nos foi possível participar como queríamos do Movimento Natureza, coordenado pela nossa amiga Georgia, do SAIA JUSTA. Mesmo assim, tentaremos:

Numa ensolarada manhã de domingo eu caminhava pelos arredores do MAM, Rio. Para comprar uma revista fui até o Aeroporto Santos Dumont, a uns 200 metros de distância. Na pracinha em frente, além de um monumento em homenagem ao Pai da Aviação, existia uma árvore de galhos finos e retorcidos que chamava a atenção dos passantes pelas bonitas flores que produzia. Apanhei no chão algumas minúsculas sementes que dela tinham caído naturalmente e as levei para casa.

Plantadas inicialmente num copo descartável preenchido com terra, uma delas germinou, cresceu, e se transformou numa arvorezinha meio desengonçada, deselegante. Deselegante, porém ainda hoje nos causa orgulho enfeitando a nossa calçada com suas flores vermelhas que faz a festa dos beija-flores que as rodeiam alegremente. Não conheço seu nome, sei apenas que foi uma das muitas plantas selecionadas pelo grande paisagista Burle Marx, quando do projeto de construção do Parque do Flamengo, Rio. Definitivamente o Brasil é o país que “em se plantando tudo dá”... Participe do MOVIMENTO NATUREZA.
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(Foto de Adelino P. Silva)

14 abril 2009

PRAZER - Tertúlia Virtual (15/04/2009)

De novo rebusco meu baú de lembranças e ali encontro a solução para o tema do Tertúlia Virtual de hoje. Pelo menos acho que encontrei: a história é real, mas o nome do personagem não é. Nem era eu, sempre tímido, sem muitas ousadias...

Início dos anos 50. Antônio, nosso amigo da terceira série do Colégio Marista, era uma boa pessoa, porém tinha um defeito irritante: ele se julgava o máximo em tudo, além de nutrir a certeza absoluta de que era "um bonitão, o tal”... Se uma garota olhasse para um grupo de quatro ou cinco rapazes do qual ele fizesse parte, certamente estaria "de olho nele, somente nele", dizia. Enfim, bom amigo, bom colega, extremamente presunçoso, porém. E mais: era chegado a usar palavras difíceis que nem ele sabia o que significavam. De vez em quando escorregava em algumas, incluindo citações em latim... Insistia, por exemplo, em falar “Dura lex “PEDE” lex” repetindo o famigerado slogan do Gumex, apesar de nossas tentativas em corrigi-lo.

Até que um dia, numa festividade no Colégio, ele foi apresentado aos pais de uma bonita menina que ele pretendia, ou melhor, "tinha certeza" de que ia namorar. Impossível escapar aos seus encantos, pensava o Antônio. Foi quando nas apresentações o pai da moça elegantemente estendeu-lhe a mão dizendo:
- “PRAZER em conhecê-lo”.
Ele, do alto de sua “nobreza”, de sua pompa e de seu convencimento, respondeu:
- “Reprise. Meu nome é Antônio.”

Seu cumprimento caiu como uma bomba no salão. “Reprise” para o Antônio era o mesmo que “igualmente”... Diante daquilo, os pais da “menina de seus sonhos" sumiram da festa para outra dependência do colégio levando, óbvio, a filha com eles. Nunca mais se viram...
No caso, lamentavelmente para o nosso vaidoso amigo Antônio, a simples palavra de seis letras “PRAZER”, tão significativa, tinha provocado um estrago irreparável em sua imagem de galã à moda antiga...
No ano seguinte ele foi morar em outra cidade. E nunca mais ouvimos falar nele ou dele.
Missão cumprida, Eduardo?! Espero que sim...
(Imagem do site: www.solutio360.com/)

02 abril 2009

ECOLOGICAL DAY (02/04/2009)

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Parece uma cena muito bonita, mas se vista sob outro aspecto ela contém uma mensagem não muito agradável: o Homem está tomando o lugar que seria destinado aos animais. Estes, sem espaço, são forçados a procurar o que ainda resta de habitável neste nosso tão maltratado Planeta Terra. Algo para pensar.
(Imagem: internet, sem nome do autor)
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Este post faz parte do Ecological Day, criação de Sonia Mascaro, agora com a colaboração de Elma Carneiro.
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01 abril 2009

PRIMEIRO DE ABRIL - São Paulo FC

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Lembrei-me que hoje é primeiro de abril. Dia da mentira. Para variar vou contar um caso real relativo a este dia. Não pesquisei nada a respeito, não consultei nada, vivenciei o fato e apenas recorro à minha lembrança pessoal. Portanto, se alguém quiser acrescentar ou corrigir algum detalhe será bem recebido.


Década de 50. Comunicações difíceis, precaríssimas. Os grandes clubes brasileiros excursionavam pela Europa com muito sucesso. Jogavam até na neve. Venciam todos os jogos. Atlético Mineiro, Vasco, Palmeiras, São Paulo, este o protagonista da historinha que vou resumir. O tricolor viajou no final de março para uma excursão dessas (1953/1954). A Rádio Pan-Americana foi a única emissora a acompanhar o querido clube paulista. Dias depois, inesperadamente dão início a narração de um jogo que seria a estréia do tricolor. Com estática e tudo. A voz de Pedro Luiz ondulava, aumentando e diminuindo de volume. Uma lástima. O São Paulo sofria gols a cada minuto: 1x0, 2x0, 3x0, 4x0, 5x0. Final do primeiro tempo. Segundo tempo: 6x0, 7x0, 8x0... Terminado o jogo, a torcida do São Paulo decepcionadíssima, triste, claro. Foi então que veio o “desmentido”. Era dia primeiro de abril. Para alívio do torcedor sãopaulino tratatava-se de uma brincadeira da Rádio Pan-Americana: o São Paulo nem tinha estreado ainda naquela que viria a ser uma vitoriosa excursão pelos gelados gramados da Europa... Mas que o susto foi grande, foi...
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Imagem: http://www.spfc.net/

29 março 2009

MOVIMENTO NATUREZA - Dia 22/04/2009

Do blog INTERAGINDO, da Bete (com a licença dela...):
"
Georgia, a Beth e a Paula, formataram juntas, a ideia de uma blogagem coletiva para o dia 22 de abril, cujo objetivo é propor um desafio em prol da natureza. O movimento busca intervir no presente de forma prática, visando garantir um futuro mais saudável para todos.Conheça os detalhes dessa proposta no blog Movimento Natureza." Participe.

15 março 2009

O DESEJO - Tertúlia Virtual (15-03-2009)

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Mais uma vez o meus arquivos me salvam no Tertúlia Virtual: encontrei o texto abaixo que rabisquei há muitos anos com o título original “Moedas na areia”. Com paciência talvez o leiam até o final.

Perto de casa, a uns 100 metros, periodicamente era armado o tão fascinante parque de diversões. Espalhavam areia pelo terreno, depois montavam a roda-gigante, o tiro-ao-alvo, a montanha-russa, os carrinhos de fazer e vender pipocas. A minha historinha tem a ver com esses carrinhos...

Motivo: eu costumava achar com uma regularidade impressionante moedas de 40 (400 réis) ou 50 centavos (500 réis) cobertas pela areia nos locais onde na noite anterior estacionavam as tais carrocinhas de pipoca. Se alguém deixasse cair moedas, estas, sem ruído algum, se aprofundavam na areia, e lá ficavam escondidas até que aparecesse alguém para achá-las. E esse alguém era eu... De manhãzinha eu sempre cortava caminho por dentro do parque quando ia célere em direção ao Grupo Escolar Minas Gerais.

Esse achado "milagroso" acabou se transformando num fato tão rotineiro que eu tinha a “ousadia” de muitas vezes sair de casa sem levar dinheiro algum para comprar o Gibi ou o Globo Juvenil. Dizia cheio de confiança: “Vou comprar o Gibi. O dinheiro eu “pego” lá na areia do parque...” E encontrava mesmo, tal a minha vontade de que isso realmente acontecesse.

Então comecei a entender o sentido do ensinamento bíblico “A fé remove montanhas”. E me perguntava na minha ingenuidade de menino: “Se a fé remove montanhas, por que não também um montinho de areia que escondia uma preciosa moeda de 400 réis perdida num simples parque de diversões?” Não só a fé, mas também O DESEJO de uma criança.
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Adelino P. Silva

09 março 2009

INCLUSÃO SOCIAL - Blogagem Coletiva

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Este post atende honrosamente ao convite da nossa leitora Ester.
Tínhamos preparado alguma coisa a respeito, mas antes de publicá-la resolvemos ler o que ela tinha escrito. Era muito semelhante ao que íamos postar, principalmente na inclusão social feita por decretos ou MP, para nós, com fins aparentemente eleitoreiros. Pode parecer comodismo nosso, mas acho que ali está tudo. Ela produziu um texto interessantíssimo. Vale a pena ir até lá e analisá-lo com atenção.
--------------------------------------------------------------------Imagem captada no Google

08 março 2009

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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"Às vezes diante de tanta violência, de tanta incompreensão, de tanta maldade, fico pensando se o nosso Mundo não seria melhor se o Homem, mesmo não se lhe negando a característica física de ser homem, tivesse sentimento e sensibilidade iguais ao da Mulher." (De autor desconhecido)

Um FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER a todas as mulheres do mundo.
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Pintura de Pino Giuseppe Dangelico
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02 março 2009

ECOLOGICAL DAY - 02/03/2009

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Mais uma vez vejo-me na contingência de colocar a culpa no tempo que passa rapidamente. Hoje me dei conta de que já estávamos no dia 2 de março, e o Ecological Day, das nossas estimadas blogueiras Sonia Mascaro e Elma Carneiro estaria no ar... Como não gosto de fazer posts sem imagens, lancei mão de um desenho que encontrei em meus arquivos, feito por mim mesmo (com a palavra o Eduardo...) Nome da minha "obra-prima"; "Ame a Natureza em todas as suas formas".
Minhas desculpas, mas o calor e "cérebro-eletrônico de mesa" não têm colaborado muito...
(Imagem APS)
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25 fevereiro 2009

TEMPOS MODERNOS...

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Um aparelho que veio revolucionar o mundo fonográfico há algumas décadas:
“Agora você pode ouvir seu LP favorito em qualquer lugar que esteja: no saguão do aeroporto, no consultório do dentista, enquanto espera a condução etc. etc.Breve, disponível nas boas lojas do ramo"...
Nota: este post é dedicado ao amigo Peri, do Armazém...
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17 fevereiro 2009

O LIVRO DA MINHA VIDA - Blogagem Coletiva

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Fui convidado gentilmente pela Vanessa, do
Fio de Ariadne, para participar da interessante Blogagem Coletiva O LIVRO DA MINHA VIDA.

Não tive nenhuma dúvida em apontar um livro já bastante surrado, 221 páginas, singelo, amarelecido pelo tempo, guardado até hoje em minha estante: PINOCCHIO, de C. Collodi, tradução revista por Monteiro Lobato e editado pela Companhia Editora Nacional, São Paulo-SP, em 1943.

O motivo é singular, porém importante: foi presente do meu cunhado Fernando, então noivo de minha irmã Elvira. Para mim, criança, só isso bastava: o presente, o livro de letras grandes e muitas ilustrações. Mas o que fez de PINOCCHIO “o livro da minha vida”? Foi a dedicatória que ele escreveu na primeira página com a sua elegante caneta Parker, numa bonita caligrafia. Dizia assim, textualmente:

“Adelino, aprenda a distinguir o que é bom do que é mau; veja como Pinocchio pensava e o que lhe acontecia. Belo Horizonte, 5 de janeiro de 1944”

Li o livro várias vezes, na infância, na adolescência e na maturidade. Confesso que aquela dedicatória jamais foi esquecida. Transformou-se no meu lema de vida, por isso o livro da minha vida.

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Foto Aps

12 fevereiro 2009

Tertúlia Virtual - O TEMPO

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Quando Eduardo e sua equipe propuseram O TEMPO como tema para o Tertúlia de hoje, fiquei na dúvida: seria "tempo" atmosférico ou cronológico? Optei por este último. E então lembrei-me de um fato acontecido quando eu cursava o “Primeiro Ano Científico”.

Resumo da história: um colega, meu amigo, escreveu ao final da última questão de uma sabatina de Matemática a frase “não deu tempo”. E assinou. Ele justificava (desnecessariamente até) o motivo de ter deixado uma questão em branco porque não tivera - ele próprio - tempo suficiente para resolvê-la. O professor, de origem irlandesa, muito inflamado, entendeu diferente: ter sido ele o responsável pelo tempo insuficiente concedido aos seus alunos para a resolução das questões.

Resultado: o meu amigo levou publicamente uma bela e humilhante repreensão, além de ter sido colocado sumariamente para fora da sala de aula por meia hora... O "mestre" não lhe dera “tempo” sequer de argumentar ou de explicar que o sentido da frase era outro que não aquele entendido pelo nosso raivoso professor...

Nota: preparei este post em cima da hora. E ainda bem que deu tempo...
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Foto: aps

05 fevereiro 2009

APARÊNCIAS

-------------------------------------------------------------------- Olhando para esta foto tem-se dois sentimentos: ou se trata de um pavoroso incêndio ou de um belo por-do-sol. Os pessimistas dirão:
- "Aposto num incêndio!"
E os otimistas:
- "Belo por-do-sol..."
Afinal, o que seria? O que você acha?
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Foto de APS (clique nela para ampliá-la)
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04 fevereiro 2009

DEBRA PAGET

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Este post não tem nada de novo, pois centenas de blogues já publicaram pelo menos uma foto da bonita atriz do passado, DEBRA PAGET.

DEBRA nasceu em Denver, Colorado (USA), em 19/08/1933, um sábado. Filha de pais artistas, Debralee Griffin (nome verdadeiro) começou a se apresentar aos três anos de idade.

Em 1940, aos sete, mudou com a família para Los Angeles, onde aos oito fez seu primeiro trabalho profissional. Seu nome verdadeiro foi mudado para DEBRA PAGET, em homenagem a seus ancestrais Lord e Lady Paget, da Inglaterra.

Popularizou-se com o filme “A Princesa do Nilo” (1954), ocasião em que A 20th Century-Fox recebia tanta correspondência para ela quanto para Marilyn Monroe e Betty Grable.

Casou-se em 1958 com o ator/cantor David Street, num casamento que durou somente três meses. Em 1960 casou novamente, desta feita com Budd Boetticher, influente diretor de cinema, união de apenas 22 dias, sendo o divórcio oficializado em 1961.

Em 1955 fez muito sucesso como atriz-coadjuvante no filme “Os Dez mandamentos” e em 1956 como protagonista em “Love me tender”, ao lado do então estreante em cinema Elvis Presley.

Abandonou a carreira em 1964 dois anos depois de um novo casamento, agora com o chinês-americano Louis C. Kung (sobrinho de Madame Chiang Kai-Shek), um bem sucedido empresário do ramo de petróleo com o qual teve um filho. Divorciaram-se em 1980.

Atualmente Debra Paget mora em Houston, Texas (USA).
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Foto Google
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