15 junho 2009

QUE LUGAR TE FAZ SENTIR EM CASA? - Tertúlia Virtual (15/06/09)

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O meus caros amigos Ery e Eduardo insinuaram que só estou postando para o Tertúlia... Não é isso, apenas o tempo tem sido curto, passando rápido. E a impressão não é somente minha. Nem estão tirando mais os enfeites de Natal... Então, não percamos tempo, mãos à obra, ou melhor, ao Tertúlia Virtual...
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Mais um tema interessante, de entendimento ambíguo, como bem definem os criadores do Tertúlia deste mês. Excetuando-se a minha própria casa, o que parece o óbvio para a maioria dos participantes, existe ou existiu um lugar em que eu me sentia “em casa”. Tão em casa que de seus jardins colhi uma semente de uma arvorezinha e que hoje certamente já é matriarca de umas cinco ou seis gerações... Seu jardineiro até me disse o nome dela, mas o papel anotado se perdeu pelo caminho.

A "casa" chamava-se Editora Brasil-América Ltda (EBAL), localizada na Rua Almério de Moura, bem em frente ao garboso e quase centenário Estádio de São Januário (dos poucos que não tiveram seu nome mudado para homenagear “personalidades do momento” e que depois cairam no esquecimento).
Pois bem, uma vez ao ano pelo menos, geralmente às vésperas do Natal, eu me presenteava com uma visita ao setor de vendas no primeiro andar da querida EBAL. Ali adquiria os últimos lançamentos dos maravilhosos almanaques do Flash Gordon (desenhos primorosos de Alexander Raymond). E também os do Príncipe Valente (de Hal Foster), The Spirit (de Will Eisner) ou do herói do espaço sideral, Brick Bradford (de William Ritt). Os psicólogos provavelmente me enquadrariam como um saudosista do tempo de criança. Pode ser, afinal todos temos em nós um pouquinho da criança/adolescente que fomos.
Um dia, como “não há bem que sempre dure” a tradicional Editora Brasil-América Ltda (EBAL), já não mais Ltda, mas S.A., fechou as suas portas definitivamente, há uns dez anos, se tanto. A sua sede, porém, permanece lá, imponente, bonita, trazendo saudades a quem, quando outrora a visitava, nela se sentia verdadeiramente “em casa”.
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Imagem: escaneada por Aps do livro "Tarzan", de Burne Hogarth (EBAL)
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93 Comments:

Blogger Eduardo P.L said...

Que legal! Gostoso se sentir em casa fazendo o que se gosta! Ler sei é uma das suas paixões! E guardar lembranças, é outra! Este seu post preenche perfeitamente a nossa espectativa! Só não concordamos com uma postagem mensal. Vamos ter que agitar a Tertúlia SEMANAL para ter mais sua importante presença!

Forte abraço

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Chica said...

Lindo! Um sentir-se em casa com seus livros e revistinhas...Legal! Qua possas sempre te sentir bem!abração,tudo de bom,chica

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger sonia a. mascaro said...

Muito sensível este post, Adelino. A leitura também me faz sentir em casa.
Um abraço.

PS: Voltei a atualizar o Leaves of Grass. Apareça lá em casa para um cafezinho!

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Georgia said...

Adelino, conheci pessoalmente essa editora. Fiz muitas visitas com os meus alunos ali. Um prédio lindo, bem elaborado com muito verde na frente. Dei aulas no Colegio Brasileiro e também perto do Campo do Vasco.

Ótima lembranca.

Que bom que você anda ocupado, rs. Assim é bom ter outras para fazer.

Um grande abraco

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger marie said...

Pena essa sua segunda casa ter fechado, mas está bem viva na sua recordação!
Tocante seu post...
Beijinho

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Maria Augusta said...

Adelino, lembranças do lugar onde você buscava as historias em quadrinhos que você tanto gosta, realmente é um lugar onde você devia se sentir muito bem, em casa.
Pena que você está postando pouco, mas se é por fazer outras atividades interessantes tudo bem, aguardamos a próxima tertúlia...
Um grande abraço.

segunda-feira, junho 15, 2009  
Anonymous DO said...

Acho que não há nada melhor do que sentir-se em casa no ambiente de trabalho,Adelino.É uma benção!

Abraços!

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Sheherazade said...

Por que será que os lugares mais gostosos de se estar, afora a nossa própria casa, sempre vem a sucumbir? Eu tenho uma lista enorme deles que, hoje, viraram igrejas de duvidosa seriedade, shopping centers, "atacadões", etc... que em nada lembram o que já foram antes. O seu, pelo menos fisicamente ainda está alí, evocando lembranças.

Um abraço!

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger peri s.c. said...

Adelino
Eu também me sentiria à vontade lá, já que tenho alguns exemplares dos albuns : o Principe Valente, o Flash Gordon, esse Tarzã que você cita.
Eh, eh, umas preciosidades.
abraço

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Vanessa said...

Belo e original seu post. Obrigada pela visita ao Fio.

Abraço

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger José Jaime said...

Adelino,
Me senti em casa, volta e meia parava alí quando ia ao Vasco.
Você me remeteu ao passado com uma energia muito boa.
Abraços
José Jaime

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger expressodalinha said...

Adoro ler livros. O cheiro dos livros é fundamental. As lombadas. O virar da página... Enfim, muito bem escolhido o seu lugar. É pena que as S.A. virem S.Ó.! Abraço.

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Susana said...

Olá, vim retribuir a sua visita. Não há nada como lembrar aqueles lugares que nos fizeram sentir bem!

Abraço, Susana

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Tempestade said...

Essas lembranças são sempre boas.
E nos fazem realmente sentir em casa novamente.
Obrigada pela visita.
Beijos Tempestuosos!

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Ery Roberto Correa said...

Este comentário foi removido pelo autor.

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Ery Roberto Correa said...

Adelino, quem disse que só um lugar físico pode nos trazer a sensação de "estar em casa"? As boas lembranças são mais fáceis de materializar em momentos agradáveis dentro da própria lembrança, como um momento de busca e achado singular dentro de nós mesmos.

Se possível materializar de outra formaa, como através da escrita - coisa que você faz tão bem, diga-se - é melhor ainda, poisa além de revivermos, dividimos com outras pessoas, abrindo-lhes a oportunidade de também se sentirem felizes, "em casa conosco".

Voltarei aqui, sempre que possível, renovar meu incentivo a outros posts da sua sábia lavra. a

Forte abraço.

ET: esteve no Infinito antes da minha postagem, li seu estranhamento no comentário do outro post.

segunda-feira, junho 15, 2009  
Anonymous Francine said...

O passado também é o nosso lar. As lembranças da infância, mesmo sendo apenas lembranças, são excelentes guias para entender o que nos tornamos.

Um beijo

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Nana Odara said...

É... tbm li apressadamente... tempo, tempo... e dizem q os dias agora só tem 16h... assim comecei a ler a tertulia do fim pro começo... pq tbm cheguei atrasada...
kkkkkkkkkkk...

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Marta said...

Ora aí está um lugar de se estar bem. MUITO BEM!

obrigada pela visita :)

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Bonequinha de Luxo said...

Olá,Adelino

Realmente,talvez se eu me lembrasse teria colocado uma boa "Biblioteca" como o lugar que me faria sentir-me em casa.
Obrigada perla visita e volte sempre.

bjus

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger ellen said...

Muito bem...deve-se fazer o que se gosta para se poder sentir bem!!!

e obrigada pela sua visita no meu Blog (post da TV). Volte sempre que será bem vindo.

Beijinho para si

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Dalva said...

Adelino,

conheço bem a nostalgia de uma "casa" que não mais existe... sinto isso quando lembro da casa da minha vó!

Parabéns pela lembrança, e São Januário mantém a tradição, felizmente!

Bjs.

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Gisele Amaral said...

Ai, que texto gostoso!
Saudosista como as minhas lembranças. Tão bom reviver esses momentos. Quando criança li muitos livros da editora Brasil-América, uma pena que ficou só na memória.

Linda participação.

Beijos.
=*

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Luma said...

Verdade, o tempo passa tão rápido que não dá 'coragem' de tirar os enfeites de natal! Grande lembrança! Ás vezes me pego viajando para algum lugar do passado e juro, sinto até mesmo o cheiro! Beijus

terça-feira, junho 16, 2009  
Blogger jugioli said...

Achei que voce tinha ficado na ilha.


Sentir-se em casa nas páginas de um livro, é algo muito especial.


@dis-cursos

terça-feira, junho 16, 2009  
Blogger jugioli said...

Adelino
Fiquei muito feliz com o seu comentário, e na possibilidade de refletir sobre o "eu verdadeiro" que voce citou, eu fico contente com uns 20%, sei que é pouco, mas pelo menos ele se revela, chegar aos 100% .... quem sabe, o máximo de possibilidades neste revelar-se, quase perfeito... seria tudo mais fácil.


bjs.

@dis-cursos

terça-feira, junho 16, 2009  
Anonymous maria das graças. said...

Adelino.
Sentir em casa no Jardim Botânico, fêz-me ao chegar,pulsar meu coração com muita força,pois no meio de tantas árvores belas;aquele lugar benfazejo foi ao encontro dos meus desejos de viver sempre com prazer. Respirando aquele ar puro,ao sentí-lo, meu desejo e objetivo sempre foi minha forma de realização.

terça-feira, junho 16, 2009  
Blogger Janaina Amado said...

Ah, eu me lembro da EBAL, curtia muito as publicações deles. Abraço, Adelino.

quarta-feira, junho 17, 2009  
Blogger Mário e Cris said...

Caro amigo Adelino,
Já li/ouvi falar sobre a Ebal. Esse seu post me trouxe tantas lembranças...já diz o ditado: "Recordar é viver" e costumo dizer que é sempre muito bom ter lembranças boas,que deixaram saudades e que podemos sempre recordar,como se estivesse "revivendo" o passado...Um belo post, repletoda delicadeza que é algo sempre tão presente em você.
Obrigada pelo e-mail, o
responderei no máximo até amanhã,ok?
Fique com Deus, um abraço,
Cris

quarta-feira, junho 17, 2009  
Blogger  said...

Adelino, que postagem bacana! Gosto muito dessas lembranças e acredito que mais do que nostálgicas sejam revigorantes para a alma. Viajei em seu texto e reencontrei bibliotecas de escola, prateleiras da faculdade...foi ótimo lê-lo. Quanto ao tempo, devo me incluir e concordar também que é difícil, mas sempre conseguimos manter nossa participação na Tertúlia, pois, essa troca é valiosa, mais do que se obrigar a muitos posts, não é? Aproveito o ensejo e agradeço sua visita. Bjins e até mais!

quarta-feira, junho 17, 2009  
Blogger Nely said...

Entre livros, recordações e saudades você tem sua casa.
Um texto um pouco melancolico mas muito sensivel.
Beijo.

quarta-feira, junho 17, 2009  
Blogger Elma Carneiro said...

Adelino
O lugar em que você se sentia em casa é lindo e só trás paz além de conhecimentos.
Obrigada pela visita no Caliandra. Estou a procura de uma música que tem o barulho da correnteza de um rio, mas esta sendo difícil.
Adoro suas visitas.
Beijooo

quinta-feira, junho 18, 2009  
Anonymous Meire said...

Eu nao participei...mas eqto lia fiquei imaginando qual seria o lugar q me faz sentir em casa...

Bjs

sexta-feira, junho 19, 2009  
Anonymous Márcia(clarinha) said...

Amigo Adelino,
que prazer imenso o seu estar na "sua casa" entre livros e gibis, que lembrança gostosa e que privilégio o nosso por ter compartilhado, adorei.
Adorei a Tertúlia ;)

Seu carinho é marca registrada, obrigada.

lindo dia
beijos

sexta-feira, junho 19, 2009  
Blogger sonia a. mascaro said...

Adelino,
Fico muito contente por seu tão simpático elogio!

Eu estava fazendo no Leituras o mesmo que no Leaves of Grass. Como expliquei no Leituras, vou deixar aquele blog para postagens em português. Ou seja, mais texto e menos imagens.
Beijos e um ótimo final de semana!

sexta-feira, junho 19, 2009  
Anonymous Bete said...

Ola querido
QUe bom ve-lo por aqui.
Boas lembranças, heim???
Obrigada pela visita e pelo carinho.
Bjs

sábado, junho 20, 2009  
Blogger Cris said...

Oi, Adelino,

Tua escrita tem cheiro de lembranças, cheiro de carinho.Me sinto muito em casa aquí, sabia?
Beijo, lindo Lino.

domingo, junho 21, 2009  
Blogger Jeanne said...

legal, Adelino, ler é mesmo uma maravilha, as conquistas e aprendizados que a gente tem são muito gratificantes.
Adorei a tua participação nesta tertúlia...
Beijos

domingo, junho 21, 2009  
Blogger Compondo o olhar ... said...

desculpe o atraso, mas estava impossibilitada por causa de uma cirurgia. mas agora estou bem e retornei!!!
parabéns, adorei sua participação em mais esta intrigante tertulia!!!

bjocas

segunda-feira, junho 22, 2009  
Anonymous Adelino said...

Eduardo, fazer o que gosta e ainda por cima se sentindo em sua própria casa são sentimentos sublimes. Não vou ficar numa postagem mensal, mas que a Tertúlia é fascinante isso é mesmo.
Grande abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Chica, a EBAl trazia a quem a visitava, a sensação de estar retornando ao tempo dos gibis, dos almanaques, dos heróis de nossa infância. Uma pena que tenha cerrado suas portas.
Um abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Sonia, uma ótima notícia saber da atualização do Leave of Grass. Claro que estarei lá para um cafezinho.
Um abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Georgia, a EBAl era realmente muito visitada pelos professores(as) e seus alunos, que ganhavam brindes como revistas e livros. O Colégio Brasileiro está lá firme e forte…
Um grande abraço.
PS - Andei comentando lá no “Elas estão lendo”.
PS2 – Aquele link no seu blog sobre as músicas é maravilhoso. Valeu. Abs.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Marie, uma pena mesmo, a EBAL ter fechado. Ela teve uma atuação muito significativa principalmente nas décadas de 50/60/70. O trabalho de recuperação e reedição das antigas histórias em quadrinhos de Flash Gordon, O Príncipe Valente e outros foi primoroso, por isso e por outras razões sentimos muitas saudades daquela querida editora.
Beijos.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Maria Augusta, a minha afeição pela EBAl remonta à muitas décadas… Um exemplo: em 1943, mais ou menos, eu li, ainda com as dificuldades naturais da idade (começava-se a ler um pouco tarde), um belíssimo almanaque do Flash Gordon no Planeta Mongo, desenhos do genial Alexander Raymond. Nunca mais vi o tal almanaque. Em 1974, entretanto, a EBAL relançou-o com pompas, recepções etc. Almanaques com reserva especial, numerado… Um sucesso. Era o mesmo de 1943 que eu conhecera. E depois vieram outros.
Um grande abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Do, na verdade eu não petencia à EBAl, o que, por sinal muito me honraria, mas apenas a visitava regularmente. Não sei porque, talvez até o saiba inconscientemente, mas ali me sentia em casa.
Grande abraço. Grato pela visita.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Sheherazade, é verdade. Aqui no Rio tenho saudades dos luxuosos cinemas como o Metro-Passeio, Metro-Tijuca, Pálace, Plaza, Azteca e tantos outros. E também dos menos “votados”, os chamados “poeiras”…
Dos “magazines” como Mesbla, Sears, Tonelux, Ducal, Exposição Avenida, Cassio Muniz… Dos estádios do América, na Campos Salles, do São Cristóvão, em Figueira de Mello, do Botafogo, em General Severiano… E até dos colégios tradicionais como o Externato São José, na Barão de Mesquita, que atualmente encontra-se desativado e praticamente abandonado. Uma pena.
Um grande abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Peri, relançamentos preciosos da EBAL. Em 1943, por aí, a EBAL lançou em album com capa desenhada por Monteiro Filho, o Flash Gordon no Planeta Mongo. Em 1974 relançou o mesmo album, com capa desenhada pelo mesmo Monteiro Filho, mas os “saudosistas” exigiram o desenho original. A EBAL, num gesto de respeito para com seus leitores, mandou um sobrecapa com o original… Já as edições posteriores do mesmo album vieram com a capa de 1943…
Grande abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Não tem por que agradecer, Vanessa. Visitar o Fio de Ariadne é um prazer sempre.
Um abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

José Jaime, saber que posts assim servem para nos remeter ao passado com um boa energia, é uma satisfação. Pelo jeito você é vascaíno ou pelo menos passou perto de ser… rs
Um grande abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Jorge, o chato de ler um bom livro é quando chegamos à última página. Normalmente o leitor o fecha, dá uma olhada nele como que verificando seu estado geral, e o coloca de lado já um tantinho nostálgico… É verdade, é pena que as S.A. venham tomando o lugar das Ltda.
Abraços.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Susana, já disse, mas vale a pena repetir: a promoção Tertúlia, do Eduardo e Jorge, faz com que conheçamos novos blogs e amigos.
Abraços.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Letícia, se são boas. Principalmente se nos fazem sentir em casa…
Um abraço “nostálgico”…

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Ery, eu sei que seus elogios são para incentivar este modesto escriba. Entretanto, partindo de você, um verdadeiro mestre na escrita, suas palavras são sempre benvindos…
Sobre o meu “estranhamento”: realmente fui ao seu blog antes de você postar o tema do dia 15. Vi seu nome na lista e fui lá, claro.
Grande abraço.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Francine, eu creio que ninguém muda essencialmente a sua própria personalidade.
Acontece é que com o passar do tempo ela vai se adaptando, vai se moldando.
Os resquícios da infância permancem, agora vistos de outra forma, na forma de saudade, das boas ou más lembranças que vivemos.
Um beijo.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Nana Odara, este negócio de ler de fim pro começo é uma boa prática quando vemos filmes legendados, sabia? Experimente. Você não perderá uma só frase dos diálogos…
Abraços.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Entre livros, Marta, principalmente se antigões, é muito bom… Eu agradeço também pela sua visita.
Abraços.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Dentre tantos lugares em que nos sentimos em casa tivemos de optar por apenas um. E para mim um deles foi a antiga EBAL… Eu agradeço pela sua visita.
O seu blog é muito interessante, crítico com inteligência.
Beijos.

terça-feira, junho 23, 2009  
Anonymous Adelino said...

Ellen, estive no seu blog e gostei.
Muito obrigado também pela sua visita.
Beijos.

terça-feira, junho 23, 2009  
Blogger Georgia said...

Oi Adelino, pois é, eu visitava muito a Ebal com meus alunos, inclusiva minha classe fez até livrinhos com suas estórias.

Sabia que você ia gostar daquele link de músicas.

Um linda semana prá você.

Abcos

quarta-feira, junho 24, 2009  
Blogger Aninha Pontes said...

Olá meu amigo.
Tudo bem com vocês?
Passando para deixar um abraço nosso.
Um beijo para Claudinha.

quarta-feira, junho 24, 2009  
Blogger marilia said...

Adelino , deixei um recado para vc no meu bloguinho....
adorei ler seu texto. Seu post é a sua cara, alias sempre vc foi marcante....
livros, casa, revistas, amigos, lembranças, filhos, historias, saudades gostosas...
o que mais queremos?
Como diz o poeta neruda, vc tb pode dizer: confesso que vivi...
e esta vivendo!
bjão

quarta-feira, junho 24, 2009  
Anonymous Adelino said...

Dalva, ninguém consegue se esquecer da casa ou das casas em que moraram. Eu me lembro de cada cantinho daquelas do meu tempo de criança. Carlos Lacerda, o saudoso jornalista carioca, escreveu um livro que já li algumas vezes: A Casa de meu Avô.
São Januário mantém a tradição. O belo estádio do Vasco da Gama foi tombado pelo Patrimônio Histórico.
Beijos.

quarta-feira, junho 24, 2009  
Anonymous Adelino said...

Pois então, Gisele, parece que tudo o que é bom acaba. As coisas ruins também acabam, mas destas não nos damos conta. Fico feliz em notar que o post acabou se transformando em uma pequena e modesta homenagem àquela que foi uma valorosa editora. Muito obrigado pelo incentivo.
Beijos.

quarta-feira, junho 24, 2009  
Anonymous Adelino said...

Luma, nem tirar os enfeites do Natal, do Carnaval etc. Eu acredito no que disse com relação aos lugares do passado. Acontece comigo também. Não me esqueço do cheirinho do café torrado e moído na hora naquelas maquininhas de manivela… Beijos. Obrigado.
PS – Luma, não estou conseguindo postar comentários no seu blog. Acho que é problema meu...
Beijos

quarta-feira, junho 24, 2009  
Anonymous Adelino said...

Ju, ficar dez anos na Ilha do Eduardo e do Jorge seria tempo demais…
Viajar pelas páginas de um bom livro é uma das coisas boas da vida.
Sentimo-nos “em casa”, e a ela voltamos quando retomamos sua leitura.
Um abraço.

quarta-feira, junho 24, 2009  
Anonymous Adelino said...

Ju, é pouco, mas parece ser o que mais se aproxima da realidade. Cem por cento seria a perfeição e tudo seria mais fácil?! Quem sabe? São os mistérios da Vida…
Beijos.

quarta-feira, junho 24, 2009  
Anonymous Adelino said...

Maria das Graças, o Jardim Botânico é um pedaço do Paraíso Terrestre. Poder se sentir em casa quando nele estando é privilégio de poucos. Obrigado pela sua visita e participação ainda que indireta no Tertúlia.
Um abraço.

quarta-feira, junho 24, 2009  
Blogger Eduardo P.L said...

Vim te visitar, por pura NOSTALGIA!!!!! Andas muito sumido e pouco atuante neste espaço! Só de 30 em 30 dias um post?

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Nancy Moises said...

Eii amigo vim te ver..
Vc é ootemo rsrs
Saudades..
um gde abraço procê ...

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Janaína, o fundador da EBAl, Adolfo Aizen, foi um grande empreendedor, um abnegado. Segundo li, ele publicava como encarte do jornal A Nação um suplemento com histórias em quadrinhos, em sequências tri-semanais. Quando os direitos de publicação passaram para o Globo (que tinha criado o Globo Juvenil, Gibi etc) Adolfo, para não deixar seus leitores “em falta”, anunciou na última edição do Suplemento que as histórias teriam sua continuação nas revistas editadas pelo Globo. Nada demais se o Globo não fosse seu concorrente direto.
Um grande abraço.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Cristiane, obrigado por suas palavras de incentivo. Eu gosto de viver o presente também (e às vezes até o futuro…), mas confesso que “curto” o passado, suas boas lembranças, algumas nem tanto, mas sempre preferimos lembrar apenas das boas. Nada a agradecer quanto ao e-mail. Um abraço muito fraternal para vocês.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Jô, eu não pretendo participar apenas do Tertúlia, que, a propósito, tem a faculdade de unir blogueiros e promover novos conhecimentos e conhecidos. E além disso, é um desafio do Eduardo e Jorge com seus temas nada comuns. Procuro não deixar comentários no meu modesto blog sem “resposta”, motivo talvez da exiguidade do tempo a ser dedicado a novas postagens. Mas vai tudo bem.
Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Nely, eu não diria melancólico, mas nostálgico mesmo, que é um termo menos denso de saudades do passado. Mas que é agradável de vez em quando viajarmos nos áureos tempos idos, isso é mesmo, sem dúvida. Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Elma, não sei se já disse, mas o Caliandra é um um descanso para todos os nossos sentidos. Quanto ao barulho de uma correnteza de rio, acho que poderá encontrar num CD de uma série que se chama Sons da Natureza. São vendidos geralmente nessas casas onde se vendem mantras, pedras, alimentos naturais etc.
Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Meire, o Eduardo e o Jorge não ficariam “aborrecidos” se você tivesse se inscrito com atraso. Se ficou imaginando o lugar que te faz sentir-se em casa é porque já o tem em sua mente. Era só “colocar no papel”…
Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Márcia, meu gosto por leitura é eclético. Livros de dopoimentos, documentários, crônicas, poesias e até mesmo os adoráveis gibis. De preferência os antigões, com suas histórias e desenhos simples, sem ajuda dos recursos da computação gráfica tão em moda atualmente.
Obrigado por suas amáveis palavras. Ótimo dia também.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Sonia, e o Leaves voltou para alegria geral. Beijos, tenha uma excelente sexta-feira, e também final de semana.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Bete, renovo meus parabéns pelo segundo aniversário do Interagindo.
As lembranças são boas, pena que o “progresso” às vezes tente destruí-las. Mas por isso mesmo estamos aqui de sentinela... Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Cris, ontem li esta frase interessante embora não a interprete como totalmente verdadeira: as pessoas são movidas a elogios (não sei quem disse, mas ela contém um pouco de verdade). Então, muito obrigado pelos seus elogios, que os traduzo como incentivos.
Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Jeanne, ler por obrigação não é nada agradável. Mas por prazer, vale até histórias em quadrinhos das antigas…
Beijos

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Yvani, que tudo esteja bem contigo. O Tertúlia, dos amigos Jorge e Eduardo, está “bombando”… Sempre um desafio à criatividade do participante…
Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Georgia, lá na EBAL tinha um Museu de Histórias em Quadrinhos. Com a desativação da editora, não sei para onde foi levado. Tomara que esteja em boas mãos. Há uns dez anos reclamaram que o diretor Naumin Aizen havia indisponibilizado o Museu para pesquisadores, sob a alegação de que o manuseio constante do acervo estava prejudicando as edições raras dos quadrinhos antigos. Ele estava com a razão. Sugeri-lhe que fizesse reedições em “fac-simile” das revistas, inclusive comercializando-as em livrarias e bancas de jornais tal como era nos seus primórdios. Se assim procedesse estaria satisfazendo aos seus leitores e preservando o material exposto. Gentilmente ele me respondeu ponderando que tinha pensado nisso, e inclusive feito alguma experiência a respeito, mas que o trabalho, na época, sairia extremamente caro, não compensando o preço que teria de ser colocado a venda para o público.

Como disse, gostei do link das músicas, mas não consegui – pelo óvio – encontrar nem YouTube uma canção orioginal do ano em que nasci... Claro que é exagero, encontrei sim.
Um abraço.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Ana, tudo bem. Retribuo o abraço de vocês. A Claudia, o beijo.
Um abração. Feliz sexta, e final de semana.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Marília, prazer em “revê-la” com o mesmo talento de sempre, com palavras de incentivo e de carinho. Faz parte de sua personalidade.
Não encontrei o recadinho que diz ter postado. Mas tem um texto muito bonito publicado. Acho que ia falar mal do meu time...
Quanto aos meus posts, são e serão sempre simples. Por dez motivos: primeiro, porque não sei fazer diferente; dispensa-se assim relacionar os outros nove...
Pode ser, confesso que vivi... E acho que sobrevivi... Brincadeira, estou vivendo sim.
Beijos.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Eduardo, prometo a mim mesmo que vou postar alguma coisa antes de completar 30 dias após o Tertúlia... A produção está pequena, é verdade.
Grande abraço.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Nancy, tenho lhe visitado, mas encontro tanta gente que me limito a ler os seus lindos poemas e sair sorrateiramente (ótima esta, não?)
Um beijo.

quinta-feira, junho 25, 2009  
Blogger maristela said...

Adelino. Estas visitas ao passado retemperam. E não são saudosismo, não: são retomadas afetivas importantes para nosso equilíbrio e de quem nos lê ou ouve. abraço]ps: também ando com tempo curtinho e o hilarius está parado no tempo, mas volto lá, um dia

sábado, junho 27, 2009  
Blogger Georgia said...

Adelino acho que o frio tá brabo ai no Rio, pois vc nao postou mais. O Edu tem razao, e eu tô vindo aqui ver a promessa, que vc postaria algo antes dos 30 dias, ahahahahhahah!!!

Espero que esteja tudo bem.

Abracos

quinta-feira, julho 02, 2009  
Blogger sonia a. mascaro said...

Adelino, passei para deixar um abraço e desejar um ótimo final de semana para você e também para a Claudia.
Bjs.

sexta-feira, julho 03, 2009  
Anonymous Adelino said...

Maristela, já que ainda não inventaram a máquina-do-tempo ficamos por aqui relembrando coisas boas do passado, sem saudosismos, e sem apego a ele. Conforme você disse, faz bem. Afinal, de uma forma ou de outra somos – queiramos ou não - uma memória viva… O Hilarius nunca estará parado no tempo. Está contido nele…
Um abraço, com meu agradecimento pela sua visita devidamente acompanhado de minhas desculpas pelo atraso na “resposta” aos comentários.

quinta-feira, julho 09, 2009  
Anonymous Adelino said...

Georgia, não dá pra entender. Falam em aquecimento global. Tudo bem, desde que admitamos a hipótese de que algum iceberg esteja se deslocando “secretamente” em direção ao Sudeste e Centro-Oeste do Brasil… Está tudo bem, apenas uma paradinha para outros afazeres, mas antes de 30 dias post alguma coisa, senão acabo me acostumando a não fazê-lo…
Abraços.

quinta-feira, julho 09, 2009  
Anonymous Adelino said...

Sonia, muito grato.
Beijos meu e de Claudia também.
Feliz semana.

terça-feira, julho 14, 2009  

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