04 fevereiro 2007

CAMPANHA ELEITORAL

(objeto escaneado por aps)
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Esta postagem de última hora é dedicada à prezada amiga Helô, do Banana&Etc, que costuma dizer “Adelino e suas relíquias...”

Pois então, esta eu encontrei no interior de uma caixinha guardada num baú, dentro de um armário trancado...

Não deixa de ser também uma homenagem aos políticos de um passado não tão remoto, em que precisavam vender lápis para ajudar em suas campanhas de candidatos ao cargo de presidente da República. E que no caso específico da imagem, independente de qualquer tendência política, acabou não acontecendo.

13 Comments:

Blogger valter ferraz said...

Adelino, nesse tempo aí não tinha o tal dinheiro não contabilizado ou quando tinha lançava-se à lápis, depois podia-se apagar e escrever com aquela caneta Parcker 51 tomando cuidado para não borrar. É, bem interessante esse sistema de vender lápis para ajudar na campanha. Lembro de uma campanha em S.Paulo que o Jânio distribuía o lápis com uma vassourinha no outro extremo que ele dizia ser para "varrer" a corrupção. Pelo visto não teve muita eficácia pois a corrupção está à toda.
Abraço
(PS: estive olhando alí ao lado, o link para o blog da Aninha está incorreto: "http://omeujeitodeser.blogspot.com"

domingo, fevereiro 04, 2007  
Blogger O Meu Jeito de Ser said...

Talvez o problema esteja realmente no lápis né Adelino?
Foi escrito com lápis, como um político deveria se comportar, com dignidade e honestidade. O escrito se apagou, e eles ficaram sem referências.
Um abraço

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Eduardo said...

Bravo, Adelino, muito oportuna sua postagem da RELÍQUIA, e seus comentários de dinheiro para campanha!

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

VALTER, este lápis é histórico, como disse, uma relíquia. Eu o adquiri naquela época mesmo, 1965. Curiosa foi a observação que minha filha fez ontem ao me ver postando aquela imagem:
- Pai, isto aí é apenas uma foto ou ele existe mesmo tão conservado? Guarde-o com cuidado porque você corre o risco de vê-lo a qualquer momento, por descuido de alguém, com a ponta feita, usado, mastigado... e pode acabar indo parar no lixo...

Já imaginou, Valter? Uma peça rara dessas?
Eu tive, mas sumiu, uma vassourinha (aliás tenho apenas uma foto dela) do Jânio Quadros, na campanha de 1959/1960. Pena que tenha sumido. Aliás foi o que ele fez, ganhou folgado, e depois sumiu...
Sobre aquela Parker 51 que vc teve a sorte de ver por um lapso da minha "editoria", ainda será postada...
Um grande abraço.
Obrigado.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

VALTER, esqueci de dizer: a Parker não borrava, não. Nas viagens áreas, além das balas e chicletes, tinham o cuidado de oferecer uma proteção contra vazamentos de "canetas-tinteiros". Que nome bacana...
Abraço

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

É mesmo, ANNA, pouca gente usa lápis hoje em dia, a não ser para desenhar. As lições e exemplos bons de muitos políticos de outrora devem ter sido escritas a lápis, não é? Apagaram-se...
Anna, um assunto puxa outro. No Curso Primário do Grupo Escolar, quando acabava a última aula do ano, era costume a gente jogar pra cima a pasta escolar com tudo que tinha dentro, incluindo o famigerado vidro de tinta (tinteiro), caneta, pena... Já viu, caía na rua de paralelepípedos e era uma festa...

Anna, já corrigi colocando o artigo "O" no nome do seu blog. Agora, tudo OK. Eu estava mesmo com dificuldade de acesso a ele.
Um abraço

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

ANNA, é mesmo. Os exemplos bons de políticos de outrora devem ter sido escritos a lápis. Apagaram-se todos.

Um assunto puxa outro. No Curso Primário, quando acabava o último dia de aula do ano, a gente atirava a pasta escolar para o alto, com tudo que tinha dentro, incluindo um vidro de tinta, caneta e pena... Subia alto, e caía na rua de paralelepípedos...Era uma festa...

Olha, já corrigi o nome do blog, acrescentando o artigo "O". É por isso que eu tinha dificuldades de acessá-lo.

Um abraço e boa semana.
E obrigado pelo constante prestígio de vocês.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

Olá, EDUARDO, ótimo que tenha gostado do post. De vez em quando vou achando essas pequenas relíquias nos guardados. Outras virão.
Sempre penso que até um moderno computador de hoje daqui a 50 anos será peça de museu. Num futuro post vou contar alguma coisa sobre isso. Pena que o espaço seja pouco. E se a gente escrever textos muito longos, a tendência é que não seja lido, isto é natural.
Obrigado, Eduardo, pelo sua presença. Um abraço

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

Corrigindo lá no "II Valter": AÉREAS... e não áreas...

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Blogger Yvonne said...

Adelino, nada a comentar porque o Valter disse tudo que eu estava querendo. Beijocas

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

ANNA, parece coisa de louco, mas não é. Você vai notar que existem dois comentários quase iguais. Um deles, o Blogger se negou a postar. E ainda apagou (falamos tanto em apagar, que apagou...),e então eu fiz outro e "mandei". O outro resolveu aparecer mais tarde. Durma-se com um barulho desses.
Abraços

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous Adelino said...

YVONNE,que bom ter voltado.
É, o Valter disse tudo, recordou até a vassourinha do JQ.

O Carlos Lacerda lançou também para venda um LP contendo o discurso que fez na Convenção da UDN que decidiu apoiar Jânio Quadros à presidência da República, em 1960. E, pasmem: eu tenho esse LP. Qualquer hora posto-o...
Valeu, Yvonne.
Beijocas.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
Anonymous fernando cals said...

Pois é, Adelino,
os votos erma conquistados e não comprados com essas propagandas enganosas e safadas.
Não gostava do Lacerda, mas que político! E que Governador, que foi.
abração
fernando cals

sexta-feira, fevereiro 09, 2007  

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