10 maio 2008

DIA DAS MÃES

Há muito tempo, numa data como a de hoje, escrevi um cartão com palavras carinhosas para a minha mãe. Entretanto, levado por aqueles escrúpulos tolos da adolescência de esconder seus próprios sentimentos , não o entreguei. Dias depois, repentinamente, ela nos deixava para sempre. Tenho ele até hoje. Estejam, pois, onde estiverem, apresento a todas as Mães do mundo, leitoras ou não deste blog, os meus carinhosos cumprimentos. (Adelino)

37 Comments:

Blogger valter ferraz said...

Adelino, somos assim mesmo. Às vezes deixamos para outra hora falar aquilo que sentimos. Quando vemos, não dá mais tempo.
Vale no entanto, o que vai no coração. Os sentimentos falam por nós, não é mesmo?
Para voce que creio, como eu é pai e mãe, meus parabéns.
Forte abraço

domingo, maio 11, 2008  
Blogger Aninha Pontes said...

Mas ela de onde estiver, ainda estará rezando e velando por você, filho amado, que muitas vezes a mãe, sabe até o que ele queria dizer e não disse.
Nós sentimos os sentimentos de nossos filhos. Portanto não se culpe, por este pequeno ato.
Vale todo amor que sentiu e sente por ela.
É tudo que queremos, que sejamos amadas por nossos filhos, em resposta ao imenso amor que sentimos por cada um deles.
Obriga por seu carinho comigo, e com todas as mães.
Um beijo.

domingo, maio 11, 2008  
Anonymous denise said...

O cartão não foi, mas seu carinho, sim!
abraço, garoto

domingo, maio 11, 2008  
Blogger Bete said...

Oi Adelino, Obrigada pela visita , pela homenagem e carinho nese dia.
Algumas coisas na vida se perdem no tempo, o amor, jamais. Em outra esfera sua mae continua sendo seu anjo, cuidando e zelando pelo filho querido.
Bjs no coração

domingo, maio 11, 2008  
Blogger Luci Lacey said...

Adelino

Vc e um homem sensivel, isto e tao dificil hoje em dia.

As vezes, deixamos para depois ou amanha, por mil e um motivos, mas, as vezes nao chegaremos na manha seguinte, e importante, tentarmos fazer agora.

Obrigada pelo carinho desejado, beijinhos e boa semana.

domingo, maio 11, 2008  
Anonymous Jeanne said...

Sabe, faça a gente o que fizer pela nossa mãe, na hora da partida, sempre ficaremos assim, pensando que poderia ter feito algo mais.
Na época te pareceu tão importante este gesto pq eras um menino, mas agora certamente já consegues perceber que na verdade foi um gesto inocente e sem maiores consequencias, que em nada diminuiu o amor que sentias por ela.
Beijos

domingo, maio 11, 2008  
Blogger Eugênia Franco said...

Adelino,
obrigada pela visita. Voltarei ao "Mais ou menos nostalgia". Gostei, mesmo!
Pena o nosso Artur nunca ter sido lembrado pela ABL... Coisas de um Brasil que prefere um Sarney. Vai saber ... ou sabemos, né!
Abraços!

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Bete said...

Adelino querido
Muito obrigada.
Uma ótima semana pra você.
bjs

segunda-feira, maio 12, 2008  
Blogger Sonia A. Mascaro said...

Me emocionei muito com esse post, Adelino!

Obrigada por suas palavras carinhosas no meu blog pelo dia das Mães! Beijos!

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Valter, eu pensei muito antes de fazer este post do DIA DAS MÃES, um dia festivo para muitos. Mas depois achei que o que acontecera comigo serviria de lição para muitas pessoas que, por timidez ou descaso, deixam para depois uma demonstração de carinho para com um ente querido. Foi um alerta. Como bem disse você "pode não dar mais tempo".
Grande abraço.

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Valeu, Ana. Como disse ao Valter, não queria fazer um post triste numa data comemorativa tão bonita, mas no final acho que contribuí de alguma forma para o estreitamento dos laços de afeto que devem unir mães-pais-filhos.
Um beijo.

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Não resta dúvida, Denise. O carinho foi. Infelizmente não era época de DDD, msn, e-mails, celulares. Era só DCT, CTB, Western e olhe lá...
Um abraço, e obrigado.

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Bete, não era uma data de recordações tristes. Mas acho que independente disso, o conteúdo da mensagem foi uma coisa boa, digamos, uma liçãozinha de vida, não é?
Beijos. Obrigado

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Luci, aprende-se com o passar do tempo que sentimentos bonitos têm de ser expostos, transmitidos. Guardar por quê? Expressões de amor e carinho fazem bem a quem as recebe e a quem as externam.
Beijos.

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Jeanne, leio semepre com muito interesse os seus posts, e tenho entendido muito coisa através deles. Perguntas para as quais eu não tinha respostas satisfatórias hoje as tenho.
Muito obrigado.
Beijos

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Eugênia, e nem ao menos foi reconduzido à sua cadeira de Senador pelo Estado do Rio de Janeiro. Já estive visitando o seu blog, conduzido pela Sonia. Vou colocá-la entre meus favoritos.
Muito obrigado. Abraços

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Sonia, obrigado. Aquela foto p&b sua no Leaves and Grass com os filhos ficou muito significativa.
Obrigado pelas suas palavras.
Beijos.

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Nada a agradecer, Bete.
Obrigado por sua presença.
Beijos

segunda-feira, maio 12, 2008  
Blogger Jeanne said...

Adelino, tem um selo pra ti lá no blog.
Beijos

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Anônimo said...

Adelino,

pode ter certeza de que sua mãe te leu.
Beijo,

Vivina.

PS. Só hoje vi seu post sobre o Arthur da Távola. Deixei um recado lá. Aliás, um tratado...

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Jeanne, estou indo lá correndo.
Beijos

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous Adelino said...

Vivina, escreva quantos tratados quiser. Já fui ler, e comentei sobre o que escreveu.
Abraço carinhoso e agradecido.

segunda-feira, maio 12, 2008  
Anonymous ery roberto said...

Adelino, meu caro, desculpe-me por não ter vindo aqui nos últimos dias, mas você sabe que eu viajei. Retornando, agradeço por seu bondoso comentário ao meu post de homenagem às mães. O que você aqui escreveu, como bem disse o valter, aconteceu ou ainda acontece muito conosco. Temperamente, talvez, influenciado pelos "particulares" da nossa geração. O bom é que sempre aprendemos mais e mais a extravasarmos os sentimentos. Isto nos deixa abasolutamente leves e em estado de graça. Forte abraço.

terça-feira, maio 13, 2008  
Anonymous Meire said...

Adelino, com certeza ela ja leu teu cartao.
bjs

terça-feira, maio 13, 2008  
Anonymous Adelino said...

"O bom é que sempre aprendemos mais e mais a extravasarmos os sentimentos. Isto nos deixa absolutamente leves e em estado de graça." (ERY ROBERTO).
É verdade, Ery, aprendemos isso com o passar do tempo.
Grande abraço, obrigado.

quarta-feira, maio 14, 2008  
Anonymous Adelino said...

Acredito que sim, Meire, o que nos vai na alma nem sempre precisa ser amnifestado em palavras escritas, não é?
Beijos

quarta-feira, maio 14, 2008  
Blogger Sonia A. Mascaro said...

Adelino, aqui vai o link do blog Hilarius1968 da Maristela, de Porto Alegre. Aposto que você vai gostar! Eu adorei! Link aqui: Hilarius1968.

Beijos!

quarta-feira, maio 14, 2008  
Blogger maristela said...

Adelino. Vim retribuir a visita e agradecer o carinho com o hilarius.
Pois sabe que eu custei a ver que aquela "mocinha' linda era o nosso Mick! Estou linkando você também no clínica da palavra.
Voltarei aqui sempre.
Quanto ao bilhete à sua mãe, ele foi entregue, de alguma maneira, mesmo que não materialmente. E ela o recebeu, pode ter certeza.
abração

quarta-feira, maio 14, 2008  
Blogger Betinha said...

Olá Adelino; obrigada pelo seu afago...
Eu como mãe fiquei lisongeada...
Voce é um homem muito terno...
Abraços e beijos de sua amiga virtual.

quarta-feira, maio 14, 2008  
Blogger Vivien Morgato : said...

meu querido, fiquei sem palavras.

quinta-feira, maio 15, 2008  
Blogger Celia Rodrigues said...

Adelino, uma amiga minha e seu marido sofreram um acidente de carro, logo após ela ter dito que o amava. Não foi fatal, graças a Deus, e, dias depois, ela me disse: "nunca deixe de dizer 'eu te amo' às pessoas que você realmente ama, pois pode ser a última vez, eu pensei que ia morrer, mas pelo menos tinha expressado meu amor pelo meu marido". Abraços!

domingo, maio 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Sonia, aceite minhas desculpas pela demora no comentário. Estive no blog da Maristela, e como sempre foi uma excelente indicação sua.
Abraços, e ótima semana para todos.

domingo, maio 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Maristela, muito obrigado por tudo. Realmente, o nosso caro Mick Jagger estava bem de acordo com os padrões do mocinho da época. Até demais... Enganaria a muita gente desprevenida... Quanto ao cartão, muitas vezes nem precisamos escrever, pois o que fala mais alto são os nossos atos de respeito e carinho.
Achei o seu blog formidável, linká-lo-ei (uffa) para visitas futuras.
Abraços, bom domingo e ótima semana.

domingo, maio 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Nada, Elizabeth, vocês mães, e mulheres mesmo que não sejam mães, nos merecem todo o carinho e respeito sempre. Eu não pretendi comover, mas deixar um exemplo de que emoções e sentimentos bons que sentimos para com as pessoas nem sempre devem ser reprimidos.
Beijos. Ótima nova semana.

domingo, maio 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Vivien, obrigado. O tempo andou curto, e quase não fui aos blogs queridos, mas já estou começando a melhorar a "produção".
Beijos. Ótima semana.

domingo, maio 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Célia, belo depoimento deu a sua amiga, e bem relatado por você. Muitas vezes, apenas um pequeno elogio feito respeitosamente e na hora certa, faz muito bem às pessoas e custa tão pouco. Há pessoas que por timidez ou medo de serem mal interpretadas, calam-se sempre. Mas vale a pena correr o risco. Compensa na quase absoluta maioria das vezes.
Abraços, bom domingo, e ótima semana.

domingo, maio 18, 2008  
Anonymous Maria das Graças said...

Adelino, hoje dia da Mães do Ano 2009,cheguei até aqui e passo a você minha opinião sobre o cartão.
Irei contar uma história real também que muito me impressionou:
Quando Cacilda Becker faleceu, seu filho pequeno Luiz Carlos Becher Fleury Martins, depositou um bilhete dentro da urna, onde ela foi enterrada.
Anos se passaram, e quando já adulto foi até o Chico Xavier e, recebeu uma mensagem de resposta ao bilhete, que só ele sabia que tinha depositado lá dentro, nunca tinha contado para ninguém.
Por isto tenho certeza que sua mãe já leu este cartão muitas vezes,e sabe o que vai dentro do seu coração, pois a vida continua!
Este elo de amor de filho para mãe, e de mãe para filho é Divino.
Sinta-se abençoado por este sentimento tão puro que une vocês até hoje.
10/05/09
Maria das Graças.

domingo, maio 10, 2009  

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