13 março 2007

ROSES ARE RED

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Parece, ou é mesmo cafonice minha, coisa brega, falta de assunto, sentimentalismo, que seja tudo isso. Mas leiam com atenção a letra abaixo de uma canção americana composta em 1962 por Byron Paul Evans. É de uma simplicidade assustadora e de uma beleza sentimental pouco vista. A interpretação de Fred Fender, em gravação de 1974, está apenas razoável; já ouvi melhores, mas tudo bem. Confiram, e espero que gostem.
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ROSES ARE RED, MY LOVE
A long, long time ago, on graduation day;
You handed me your book, I signed this way:
“Roses are red, my love, violets are blue;
Sugar is sweet, my love, but not as sweet as you.”

We dated trough high school, and when the big day came;
I wrote into your book, next to my name:
“Roses are red, my love, violets are blue;
Sugar is sweet, my love, but not as sweet as you.”

Then I went far way and you found someone new;
I read your letter, Dear, and I wrote back to you:
“Roses are red, my love, violets are blue;
Sugar is sweet, my love, good luck, - God bless you too.”

Is that your little girl? She looks a lot like you;
Someday a boy will write in her book, too:
“Roses are red, my love, violets are blue;
Sugar is sweet, my love, but not as sweet as you.”
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VER E OUVIR (Link abaixo). Vale a pena, um belíssimo site.
http://www.homestead.com/deehits/rosesarered.html
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(As rosas da foto eu as colhi em qualquer lugar, mas não me lembro qual)
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16 Comments:

Anonymous Meire said...

Apesar do meu pobre ingles, consegui enteder a poesia da cançao.
um abs
Meire

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger valter ferraz said...

Adelino, meu cumpadre assim vc mata a gente do coração. ô lôko. meu! como diz aquele apresentador gordinho.
Linda canção. Não existem letras açucaradas, existem canções, letras e melodias feitas com o coração. Qualquer mulher se sent a mais especial do mundo ouvindo uma música como essa.
Abraço forte

terça-feira, março 13, 2007  
Anonymous Márcia(clarinha) said...

sentimento forte de amor nunca é brega...
bela rosa tão bem fotografada por você
dia lindo
beijossssssss

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger Adelino P. Silva said...

A última estrofe é muito significativa. Talvez a mais emocionante, Meire.
Um abraço
Adelino

terça-feira, março 13, 2007  
Anonymous Adelino said...

Pois é, Valter, não sei o que me deu hoje que resolvi postar esta canção. Essas emoções não matam não, meu caro, pelo contrário, alimentam a vida. Se nos emocionamos é porque vivemos.
Um grande abraço

terça-feira, março 13, 2007  
Anonymous Adelino said...

Márcia, antes um esclarecimento importantíssimo: esta foto não é minha não, querida. Até que eu tinha uma de "minha lavra" bem parecida, mas na hora de fazer o post não a encontrei. Aí pequei mesmo na internet. Eu ia dar o crédito, mas cadê de eu achar o site?
Eu sei que não é brega, Márcia, mas temos de "esvaziar" a opinião daqueles que porventura achem tudo isso muito brega. Apareça sempre.
Beijos

PS - Olha, com a sua licença coloquei o link pra você lá ao lado, ok?

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger O Meu Jeito de Ser said...

Adelino, voce tem toda razão!
Amar é lindo, e mostrar que ama, é ainda mais bonito!
O Valter sabe disso, é um eterno apaixonado, e não tem vergonha disso.
A música é simplesmente maravilhosa, tanto quanto as rosas.
Eu sabia que vinha coisa boa por aí.
Quando voce demora um pouquinho mais para postar é porque está preparando algo muito bom.
Um abraço amigo Adelino.

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger Lord Broken Pottery said...

Adelino,
Letra delicada, bem anos sessenta. Quem disse que as rosas não falam?
Abração

terça-feira, março 13, 2007  
Anonymous Márcia(clarinha) said...

Obrigada pelo link, você está lá brincando comigo também,rss.
Desculpa,achei que a foto fosse sua, mas o elogio tá valendo,ok?
beijossssssss

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger Adelino P. Silva said...

Anna, este assunto é interessante. Tem gente que julga ser demonstração de fraqueza dizer que ama, qualquer que seja a espécie de amor. Nunca liguei pra isso.
Sobre o post, sabe de uma coisa?
Se eu planejarmuito, não sai nada. Tinha outra coisa em mente, uma revista Manchete n. 2, de 1950 e poucos (ficou para outra oportunidade). Aliás, vocês, em 1950, nem sonhavam em nascer...
De repente, surgiu a idéia. Eu ouvi a canção várias vezes, fiquei emocionado, como sempre - ela me traz boas recordações -, mas tinha receio de o link da canção não funcionar. Deu certo, e até usei cores...
Abraços,

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger Adelino P. Silva said...

Então, Lord Broken Pottery, eu vi uma frase atribuída ao grande e saudoso jornalista, escritor e administrador Carlos Lacerda que dizia: "Uma rosa é uma rosa. Nós é que temos de nos posicionar com relação a ela". Ele cultivava rosas em seu sítio de Petrópolis, e chegou até a escrever um livro sobre o assunto.
Obrigado pela presença.
Abraços

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger Eduardo P.L. said...

Adelino, só não combina com mais ou menos, é TOTAL NOSTALGIA! E viva as Rosas vermelhas, amarelas brancas e por que não as rosas?

terça-feira, março 13, 2007  
Anonymous Adelino said...

MÁRCIA, nada de pedir desculpas. Você achar que a foto era minha é um elogio, não acha?
Obrigado.
Beijos

terça-feira, março 13, 2007  
Anonymous Adelino said...

Eduardo P.L., o nome que escolhi para o blog foi justamente para que eu pudesse ter "livre trânsito" no antigo e moderno sem constrangimentos. A Charlize Theron e Rachel Bilson são "coisas" modernas... Daí o mais ou menos, ou seja, pode ser, pode não ser. Mas o melhor, Eduardo, é saber que por aqui transitam pessoas muito bacanas, "modernas", "não modernas", "mais ou menos modernas", "mais ou menos antigas"... As rosas, bem disse você, são de todos os tempos...
Um abraço, e compareça sempre.

terça-feira, março 13, 2007  
Blogger Yvonne said...

Adelino, tudo que diz respeito ao amor não é brega. Eu conheço a música e afirmo que ela é linda. Beijocas

quarta-feira, março 14, 2007  
Anonymous Adelino said...

YVONNE, acho que vai gostar desta "estorinha" real bem brega:

Meados da década de 50.Uma época de inocência e simplicidade vigente nos chamados “Anos dourados”.

Uma “mocinha” que mora no apartamento de cima, chama o rapaz pela janela e lhe diz que vai interpretar uma canção para ele. Até que ela tem uma voz bonitinha e afinada. E começa a cantar “Argumento”, um grande sucesso de Nelson Gonçalves. À medida em que vai cantando a vizinhança silencia para ouvi-la, tal a beleza de sua voz. Tira só um “mapa” da letra, YVONNE, que beleza...:

"Sei que este argumento é muito pobre / Mas sabendo o quanto és nobre / Sei que podes perdoar / Sei que este farrapo de desculpa /
Não redime a minha culpa / Mas enfim, eu vou tentar / Sei que fui ousada no meu gesto / Não ouvindo o teu protesto / Para ouvir meu coração / Sei que uma desculpa não redime / Meu pecado quase crime / De um beijo sem permissão / Mas se fui pecadora, condeno a lua / Que abandonou a rua / E fugiu com o luar / Pois ela adivinhando o meu desejo / Provocou aquele beijo / E assim me fez pecar / Se impetuosa fui tem compaixão / E em nome do amor, suplico o teu perdão / Perdoa meu amor este pecado / Sublime impulso te de haver beijado..."

Que tal?
Não entendi, ela nunca tinha tentado nada, e se tivesse teria sido bem recebida, ora pois...

Beijokas

quarta-feira, março 14, 2007  

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