12 novembro 2008

ADOÇÃO, UM ATO DE NOBREZA!

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Quando Georgia e Dácio me convidaram para participar desta Coletiva, aceitei com uma certa reserva, pois o tema é controvertido, complexo, polêmico. E eu costumo externar o que penso mesmo sendo contrário à maioria das opiniões.

Conheço e conheci vários casos de adoção. Alguns deram certo, outros não. Prefiro falar de casos que deram certo. Um deles: eu tinha um colega de trabalho, eficiente, compenetrado, muito maduro para a idade que aparentava, mas parecia-me uma pessoa triste, apesar da boa aparência e do emprego que lhe pagava razoavelmente bem.

Certa vez, realizando um trabalho em conjunto, eu lhe perguntei por que o seu nome era tão simples, composto apenas de dois nomes próprios, um de três letras e o outro, de cinco. Ele me contou que fora adotado por uma família maravilhosa, e que nunca lhe esconderam isto, inclusive que ele, recém-nascido, tinha sido abadonado à porta da casa dessa família. Tinha adoração pelos seus pais adotivos o que, aliás era um sentimento recíproco. Apesar disso, doía-lhe a sensação de que jamais poderia abraçar alguém como sendo verdadeiramente seu pai, sua mãe, seus irmãos ou irmãs, mas que este problema estava aos poucos sendo superado.

Casos como este existem aos milhares, milhões talvez. Quem adota uma criança recém-nascida corre o mesmo risco de ter um filho legítimo, sangue de seu sangue, que no futuro poderá lhe proporcionar tanto alegria quanto tristeza. Só Deus sabe.

Você que está pensando em adotar uma criança pare e pense se já "adotou" a sua própria família, seus próprios filhos. E é tão fácil: não tem burocracia, papelada, entrevistas, testes psicotécnicos ou psiquiátricos. Não tem de apresentar comprovante de renda, de residência, de nada. Basta um pouco de atenção, um telefonema, um e-mail, uma palavra de apoio, de incentivo. Experimente então “adotar” seus avós, seus pais, seus irmãos, seus tios. Dê-lhe o ar de sua graça pelo menos uma vez ao mês. Trate seus pais com carinho, respeito, “adote-os” enquanto estão perto de você, se não fisicamente pelo menos em espírito. E seja amigo deles não lhes causando constrangimento e nem problemas.

E se pensamos em adoção com o propósito de ajudarmos a resolver o problema de crianças abandonadas na rua e nas portas de hospitais, parabéns para nós. Façamos isso. Mereceremos todos os aplausos e elogios. Mas não paremos por aí: escrevamos para nossos representantes no Congresso propondo leis que obriguem escolas de todos os níveis a ensinarem nas comunidades carentes e aos nossos jovens uma disciplina importantíssima cujo nome poderia ser “Maternidade e Paternidade com Responsabilidade”. Aí sim, nosso ato de nobreza estará mais do que completo.
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Logotipo da Blogagem Coletiva coordenada pela Georgia e Dácio.
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40 Comments:

Blogger Betinha said...

O ato de adotar é uma grande generosidade com o nosso semelhante,porém uma tarefa difícil e complicada; eu penso assim.
Quem quer mesmo adotar uma criança tem que ter acima de tudo grandeza de alma, atitudes magnânimas e muito "AMOR".
Adoção não é só por um tempo, e para vida toda.
O bom mesmo é pensar, analisar e decidir com firmeza.
Não podemos brincar com sentimentos,principalmente de uma criança.
Bjs Adelino.

quarta-feira, novembro 12, 2008  
Anonymous Meire said...

Adelino,
nao tive filhos, e nao adotei.
Mas adotei minha familia. cuidei de meus pais ateh o fim, e hoje cuido de meus sobrinhos.
Bjs

quarta-feira, novembro 12, 2008  
Blogger Aninha Pontes said...

Adelino, perfeito seu post.
Sei de muita gente que adota um filho, e abandona os pais num asilo.
Quanto ao sentimento você está certo. É assim mesmo, um sentimento dividido, cheio de perguntas sem respostas.
Será quê? Vai ser sempre assim.
Há de ficar no coração, um sentimento de abandono, de ter sido "dado".
Agora, sabemos da nobreza de algumas adoções, principalmente nos animais.
Vemos frequentemente animais de diferentes espécies que adotam outros. São mais humanos que nós seres humanos.
Bonito seu post.
Um beijo

quarta-feira, novembro 12, 2008  
Anonymous Anônimo said...

Adelino,

seu texto - real, questionador - é comovente.

Beijo,

Vivina.

quarta-feira, novembro 12, 2008  
Blogger Celia Rodrigues said...

Bela colocação, Adelino! Devemos pensar, sim, em ajudar a resolver os problemas dos outros, como o das crianças abandonadas, mas antes precismos prestar atenção à nossa própria história, às nossas próprias famílias. Só assim seremos capazes de proporcionar algo de bom para os outros.
Grande abraço!

quarta-feira, novembro 12, 2008  
Blogger Janaina Amado said...

Achei muito legal a perspectiva deste seu post, Adelino: "adotar a própria família".

quarta-feira, novembro 12, 2008  
Blogger Georgia said...

Adelino, a Biblia já nos orienta a que ajudemos primeiro os de casa para depois ajudarmos os outros menos afortunados. Eu acredito que se comecarmos a ajudar os de casa, os da família, como vc mesmo abordou, nao vai haver tantos os de fora para ser ajudado. Até porque, as ajudas serao mútuas. Assim como a Meire eu tb ajudo minha família, meus sobrinhos com os estudos no Brasil há 20 anos, uns já estao se formando até. Dá gosto de ver esse tipo de adocao. Nem sei onde estariam se essa adocao nao tivesse chegado na vida deles.

Mas vc abordou um outro aspecto. O sentimento de abandono que existe no coracao do adotado. É muito difícil esse sentimento de ser cuidado. O próprio adotado, tem que achar um caminho de cura e valorizar quem o amou.

Um grande abraco e obrigada pelo post reflexivo.

quinta-feira, novembro 13, 2008  
Anonymous DO said...

Muito bem lembrado,ADELINO. Alias,o que tem de pessoas que reclamam e não aceitam a propria familia ...

Grande abraco!!

quinta-feira, novembro 13, 2008  
Blogger Yvonne said...

Adelino, todo e qualquer filho é um compromisso que assumimos até morrer. Acho que não só a adoção, como também ter filhos seus é um ato de coragem que precisa ser pensando muito bem antes.
Beijocas

quinta-feira, novembro 13, 2008  
Blogger Espaço Mensaleiro said...

Adelino,

parabéns!

Um grade abraço.

Eliana

quinta-feira, novembro 13, 2008  
Anonymous Miguel said...

Adelino, vim aqui para ler teu textoi sobre a blogagem e agradecer sua visita lá no meu cantinho de rabiscos.
Gostei da sua objetividade com relação ao tema ADOIÇÃO.
Concordo com tudo que li.

quinta-feira, novembro 13, 2008  
Blogger Márcio said...

Olá,
Tenho passado por aqui raramente, confesso que estou devendo uma visita como filho em seu blog, que é um sucesso de público ou, como diriam na minha área, de audiência. Gostei do post da adoção e concordo com suas palavras.

Fica aqui um grande abraço de uma pessoa que te admira muito e que aprendeu com você o dom da escrita (pelo menos um pouco, né?rsrsrs).

abs
Márcio

quinta-feira, novembro 13, 2008  
Anonymous dácio jaegger said...

Centrado, ponderado, educado, gentil e com os pés no chão é o que posso entrever minimamente na sua fala em que se apresenta Adelino. Seria demais eu entrar numa de rapapés, Direto e simples, sem perder a ternura jamais, gosto de gente do seu tipo, inteligente. E com esse tom marcante fez a diferença na blogagem. A adoção é como uma pedra preciosa lapidada que tem muitas facetas, menores e maiores, mas cujo brilho tem que ser igual como você indica. Obrigado por ter brindado esta empreitada cujo sucesso pura e simplesmente se deve a vocês participantes. Aproveito para convidá-lo a conhecer e se divertir um pouco em “Foi mais ou menos assim” http://www.palimpnoia.blogspot.com/
Uma forte abraço.

sexta-feira, novembro 14, 2008  
Blogger Lia Drumond said...

Concordo, é importantíssimo a pessoa realmente estar preparada para ser mãe/pai de verdade, criando o filho como seu, pq o sangue é importante, mas não é fundamental para se criar esse vínculo. Sou mãe e acredito que amo meu filho não por tê-lo gerado, mas por estar criando e cuidando dele a cada dia, é essa convivência que faz o amor aumentar. Eu penso em adotar um filho, um dia... Acho que sempre cabe mais um no coração de uma verdadeira mãe. Bjs

sexta-feira, novembro 14, 2008  
Blogger Fábio Mayer said...

Muita gente diz que blogagem coletiva não tem importância, porque não gera efeitos práticos.

Eu discordo, especialmente com o que representa ESTA blogagem sobre a adoção.

Isso porque, o grande efeito desta blogagem é fazer com que uma pessoa que esteja pensando em adotar, tenha subsídios para decidir pelo sim ou pelo não, em razão do fato de que os muitos post sobre ela, mostram as várias faces da questão.

sexta-feira, novembro 14, 2008  
Anonymous Anônimo said...

Querido Adelino:

Analisando seu Post,e os comentários (e entrando em cada blog,de cada comentarista),me emocionei.
"A voz do povo é a voz de Deus?
Não.
"A voz de Deus é a voz do povo".
É diferente.
Abraços
Günther.

sábado, novembro 15, 2008  
Anonymous Maria Augusta said...

Adelino, não encaro a adoção simplesmente como um ato de generosidade, acredito que deve ser uma via de duas mãos, você deve adotar não somente porque uma criança está abandonada, mas também pela satisfação que ela pode trazer na tua vida.
Quanto a cuidar da família, isto nem deve ter nenhuma relação com a adoção, deve ser um ato normal entre parentes, nada pode desculpar uma negligência da própria familia.
Muito bom teu post.
Abraços e bom fim de semana.

sábado, novembro 15, 2008  
Blogger Bete said...

Passei pra desejar uma otima semana.
Bjs amazônicos

domingo, novembro 16, 2008  
Blogger Georgia said...

Adelino, vc já está lá no:

http://www.elasestaolendo.blogspot.com/

segunda-feira, novembro 17, 2008  
Anonymous Adelino said...

Eu também acho complicado, Elizabeth. Sentimentos não têm regulamentos ou leis que os diferenciem ou modifiquem. Cada caso é diferente um do outro.
Um beijo. Uma semana feliz para vocês.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Meire, o seu caso é muito mais comum do que parece. São raríssimas as famílias que não se ajudam numa espécie de "adoção não oficial".
Beijos. Feliz terça-feira.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Tudo o que envolve sentimento humano é complicado, sem regras e regulamentos. Não existem padrões de sentimentos. E não poderia ser diferente com a ato da adoção.
Um beijo. Obrigado pela sua presença, Ana.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Na verdade, Vivina, eu não quis comover. O tema por si mesmo já nos comove e nos obriga a pensar, por isso real e questionador.
Ah, sim!!! Que coisa... Queria avisar que estou “ao vivo, em cores e ´experiente´” lá no blog O QUE ELAS ESTÃO LENDO, no caso “eles”... Se quiser ver é só seguir o “Saia Justa”, da amiga Geórgia (ao lado, nos favoritos).
Muito obrigado. Um beijo e uma boa semana para você.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Célia, fazendo algo de bom para os nossos, caso precisem, já é um bom caminho andado. É uma boa adoção. E se pudermos fazer também pelo próximo, melhor ainda.
Um grande abraço.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Janaina, pois é, adotar a própria família. O “adotar” no caso tem uma conotação muito peculiar.
Um abraço. Obrigado pelo seu prestígio, feliz semana.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Geórgia, fiquei impressionado com a repercussão da Coletiva que você e Dácio organizaram e coordenaram. Houve uma adesão muito grande: 131 participantes, no mínimo! Prova de que o tema é envolvente. E a diversidade de depoimentos pessoais e opiniões foi curiosa. Alguns se expressaram apenas por uma imagem, outros numa palavra. Impressiona também como o sentimento de abandono tem grande influência no processo de adoção: por mais que o adotado ame seus pais adotivos jamais – creio – se esquecerão de que um dia foram “abandonados”. Essa sensação, infelizmente, muitas vezes se volta na forma de “vingança” contra quem os adotou, com procedimentos inadequados. Mas, como dissemos, cada caso é diferente do outro. Para os sentimentos não existem regras definidas.
Um abraço, meus parabéns pelo sucesso.
Feliz semana.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

É comum isso, Do. E infelizmente mais comum do que imaginamos.
Grande abraço. Feliz semana. E por falar em “feliz semana”, os vascaínos, entre os quais me “perfilo”, esperam por uma boa semana...

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Yvonne, é isso. Por melhor que sejam nossos filhos, é um compromisso, um elo que nunca se romperá. Por isso mesmo a adoção é um ato que antes de ser de nobreza é também de muita coragem. Ou antes de coragem, depois de nobreza. Ou as duas coisas juntas.
Um beijo. Tenha uma feliz semana.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Eliana, meus parabéns para você também e para todos os que participaram da Coletiva da Geórgia. Um sucesso.
Feliz semana pra você. Um abraço.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Obrigado, Miguel. Fui lá no seu canto e gostei. O tempo anda pouco, mas voltarei lá com mais freqüência.
Um abraço, feliz semana.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Márcio, é verdade que você está me devendo umas visitas por aqui, mas eu compreendo a correria que a sua profissão exige, e que parece bem de acordo com o seu dinamismo. Quanto à minha “audiência”, como vê, é do “primeiro time”, todos “titulares”. Estou brincando.
A verdade é que aprendi e aprendo muito com vocês também. Lembra-se daquele 23/12/06, quando em poucos minutos me convenceu a criar este bloguinho fazendo na hora o lay-out? Não mudei nadinha. Mesmo porque eu não saberia...
Um grande abraço, sucesso sempre. Beijos para a norinha.
Tudo de bom, feliz semana.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Dácio, como disse, eu fiquei impressionado com o sucesso e repercussão da blogagem que você e Geórgia criaram e coordenaram com tanto carinho e perfeição. Esperamos que outras estejam “no prelo”. As palavras a meu respeito, eu as atribuo ao seu evidente cavalheirismo, cultura, educação, inteligência, dinamismo. Seu comentário aqui vai para os meus arquivos implacáveis, emoldurado, para ser exibido aos que um dia os encontrarem.
Um grande abraço. Feliz semana.

terça-feira, novembro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Lia, tem certas coisas que nos levam a meditar bastante e muitas vezes não chegamos a conclusão alguma. O modo correto de educar os filhos seria o mesmo usado pelos animais ditos irracionais que os criam até certo ponto, e depois deixam que eles, os filhotes, vivam suas próprias vidas? Empurram-nos, colocam-nos para fora do “ninho”, aparentemente sem qualquer piedade como vemos diariamente nos filmes? Já o Homem não pensa assim. Normalmente se excedem nos cuidados para com as suas “crias”, “passa do tempo” de conceder-lhes a “libertação” total, quando não nem essa liberdade lhes dão. Tudo por carinho, por zelo, por querer demais a felicidade deles, o que é muito natural e até louvável. Seriam os animais “irracionais” desprovidos de sentimento, por isso agiriam de modo diferente dos humanos? Ninguém ousaria afirmar isso. Apenas teorizam, divagam sobre o tema. Já “falei” demais.
Bjs. Feliz feriado e ótimo final de semana.

quarta-feira, novembro 19, 2008  
Anonymous Adelino said...

Fábio, eu tenho a certeza de que quando foi proposto o tema da adoção o objetivo não foi o de mudar a opinião das pessoas sobre se devem ou não adotar uma criança ou adolescente. Mas como você bem disse, as experiências até pessoais relatadas serviram de base para reflexões. E, salvo engano, o número de participantes foi dos maiores. Sem contar os que lêem e não comentam. Mas meditam sobre.
As blogagens coletivas têm muita importância sim, eu creio.
Um grande abraço. Feliz fim de semana alongado...

quarta-feira, novembro 19, 2008  
Anonymous Adelino said...

Günther, teve depoimentos muito bonitos e comoventes. Uma pessoa que não participa de blogs (apenas os lê, mas não comenta) me disse que de 11 casos de adoção que conhece, apenas 2 deram certo. Por isso daí o que chamam de burocracia excessiva imposta aos que pretendem adotar legalmente uma criança. Além do mais, só muitos anos depois da adoção é que saberemos – dentro de nossos conceitos - se foi uma decisão acertada ou não, assim como, aliás, tudo em nossa vida.
Um grande abraço. Feliz semana.

quarta-feira, novembro 19, 2008  
Anonymous Adelino said...

Você tem razão, Maria Augusta, e eu vou mais longe. Muitas vezes – até mesmo sem se dar conta disso -, adota-se por egoísmo visando a solução de problema de quem adota.
Quanto à adoção em família, Augusta, deveria ser como você disse, ou seja, um ato normal, mas nem sempre é assim. Muito infelizmente.
Um abraço, ótimo final de semana. Como passa o tempo: o fim de semana já veio, a semana também. E agora outro fim de semana, e por essas bandas “prolongado”...

quarta-feira, novembro 19, 2008  
Anonymous Adelino said...

Bete, vi o seu post de 17. Este negócio de blog é muito curioso. Eu me sinto meio culpado quando não posso dar um “giro” pelos blogs meus conhecidos. É como se morássemos todos na mesma cidade, na mesma rua e, por um ou outro motivo, não passássemos até mesmo para um simples “Alô, estou aqui”, “bom dia, “boa tarde”, “boa noite”, “bom final de semana”.
Eu também te desejo um ótimo final de semana. Com feriadão...
Um beijo sulista...

quarta-feira, novembro 19, 2008  
Anonymous Anônimo said...

Georgia, já vi o blog. Tecnicamente perfeito, ou seja, a parte de vocês. Quanto ao meu desempenho, espero ter encorajado outros “meninos” a participarem também, já que vocês atribuem ao fato de eles lerem pouco o motivo de suas ausências, o que não acredito, data venia...
Um abraço. Feliz semana.

quarta-feira, novembro 19, 2008  
Anonymous Adelino said...

Georgia, desculpe-me. O ANÔNIMO aí de cima sou eu, ADELINO.
Abraço

quinta-feira, novembro 20, 2008  
Anonymous Maria das Graças said...

Adelino,já participei de várias visitas em orfanatos e só assim pude perceber a carencia afetiva de uma criança por não ter a referência de pais.
Apesar de serem tratados bem, o sentimento de abandono que é inato em cada criança é muito claro.
Quando eu ia abraçá-los chegavam 3 a 4 crianças de uma vez, e eu ficava como uma pirâmide, todos agarrados em mim;tentando sentir o aconchego de pele.
Ainda temos que educarmos para nos conscientizarmos, e estarmos abertos para vivenciar,e experienciar esta forma de doação numa adoção,que só com o Amor Incondicional, sem condição haveremos de fazer um mundo melhor.

Maria das Graças.

domingo, maio 03, 2009  

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