15 outubro 2008

TERTÚLIA VIRTUAL - "VOAR"

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Este post foi preparado em 45 minutos. Os dias e as horas "voam" e eu não gostaria de não participar do TERTÚLIA VIRTUAL, do nosso amigo Eduardo. Então vamos lá.

A historinha é muito simples, porém real, verdadeira mesmo. Juro que é. Aconteceu com Joel, um de nossos amigos de adolescência. Ele ia viajar para o Rio de Janeiro, ainda Capital da República, local em que tentaria o vestibular para a Escola Nacional de Engenharia, a famosa ENE, do Largo de São Francisco. Joel morria de medo de voar, por isso fomos em grupo levá-lo ao aeroporto para encorajá-lo. Chegando lá, como sempre com muita antecedência (hábito de mineiros) notamos na pequena sala de espera a presença de um rico “coronel”, conceituado fazendeiro, homem valente, acostumado a esses vôos “mais arrojados”. E, por sorte, ele ia “pegar” justamente o mesmo “aeroplano” que Joel. Alguém lhe disse:
- "Joel, faça o seguinte: como você tem medo de voar, tente sentar-se ao lado do coronel, porque ele está acostumado, é valente, vai lhe passar muita coragem, otimismo. Puxe conversa com ele." Joel se empolgou. Despediu-se de nós, embarcou cheio de coragem. O avião decolou...

Um mês depois, quem nos contava o resto da história era o próprio Joel:
- "Logo que entrei, seguindo o conselho de vocês, sentei-me ao lado do homem. Eu estava tranqüilo, calmo, afinal estava perto de uma corajosa e experiente pessoa acostumado a essas longas viagens aéreas para o Rio. Se ele não tinha medo, claro que eu também não deveria ter. Só teve um detalhe: assim que avião subiu, olhei para o lado e tremi de medo: ele fez o sinal da cruz várias vezes, puxou do bolso um terço, mais tarde um rosário e um finalmente um livro de orações... E foi rezando alto até o avião pousar no Santos Dumont... Respeito muito isso, mas confesso que quase desmaiei de medo... Meus amigos, voar nunca mais. Muito menos ao lado do coronel "amigo" de vocês... (Adelino P. Silva) -
Imagem do Google
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58 Comments:

Blogger sonia a. mascaro said...

Adelino, como sempre suas histórias são muito saborosas! Uma delícia de ler. Gostei da foto que você encontrou, pois transmite bem a imagem do que era voar naquele tempo. Uma aventura e tanto!
Beijos.

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Lica Veríssimo said...

É ...quem vê cara não vê coração!
Adorei sua história !Todos somos humanos com nossos pontos fracos.
Foi uma má escolha buscar suporte em quem tem fé?Quem sabe os dois com o terço na mão seria a melhor alternativa?!he he he
Super abraço!
Adorei seu blog!
Obrigada pela visita ao Ziguezague!

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Jorge C. Reis said...

As aparências iludem, né? Bem bolado (como vcs dizem)
Participei hoje pela primeira vez e vou continuar.
Voltarei aqui
Abraço amigo
Jorge

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Eduardo P L said...

Adelino,

como você poderia ficar fora desse "voo da Tertulia" tendo tantas histórias saborosas como essa do amigo Joel, e do coronel.
Para dizer a verdade esperavamos que sua postagem nos fosse remeter ao Leonardo Da Vinci, ou ao Santos Dumont ... e nos surpreedeu!
Quero agradecer sua participação "voluntaria e expontanea" nesta REVOADA e convida-lo desde já para a próxima dia 15 de Novembro, para que não seja forçado a fazer em tão pouco tempo habil.

Forte abraço, amigo Adelino!

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Betinha said...

Adelino, sabia que muita gente padece desta fobia?
Mais de 40% dos brasileiros passam por esta situação...
Mesmo antes da decolagem o "medo" de uma pessoa pode ir às alturas...rsrsrs...
Abração ...

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Elma Carneiro said...

Adelino
Com certeza o que Sonia disse "uma aventura e tanto", demonstra muito bem como uma viagem de avião era temida e creio que até hoje ainda existe este clima.
Ótima a sua história, agora você imagine: Se o coronel agiu daquela forma, como será que ficou o estado de espírito do Joel?
O avião balançava muito e algumas pessoas faziam toda a viagem vomitando, não sei se por medo também.

Obrigada pela visita.
Bjs

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Só- Poesias e outros itens said...

Adelino:

Coronel também têm os seus lados fracos. Que bom que ele descobriu.
Pontos fracos são plenos de sabedorias.

bjs.

JU Gioli

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Milouska said...

O humor presente nesta prosa deliciosa.
Adorei. Parabéns!
Um abraço,

Milouska

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Saia Curta said...

OLÁ ADELINO, APESAR DAS SUAS HISTÓRIAS SEREM VERDADEIRAS,PORÉM TEM SEMPRE UM ÓTIMO HUMOR....
HOJE PUDE LER NO SEU BLOG .QUEM SOU EU??? E VC RELATA QUE ESCREVE TEXTOS SIMPLES...
FALANDO DO SEU AMIGO, ACHO QUE ELE OU O CORONEL É MEU IRMÃO GÊMEO,POIS MORRO DE MEDO DE AVIÃO..KAKAKAKAKA....
OLHA EU RELATANDO MEUS MEDOS....
MUITÍSSIMO OBRIGADA PELO SEU CARINHO COM MEU BLOG..
SEREI ETERNAMENTE GRATA...
POIS NO COMEÇO ,TUDO É MUITO DIFÍCIL...
COM CARINHO DA AMIGA

N@N@

quarta-feira, outubro 15, 2008  
Blogger Lizete Vicari said...

Adelino, adorei a tua postagem!
História e foto muito legal.
um beijo. lili

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Isabel-F. said...

Olá Adelino,


Adorei a tua história. Foi um prazer vir aqui.

Obrigada pela tua visita e pelas tuas palavras. Volta sempre que queiras que a porta fica aberta.


beijinhos

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Georgia said...

Adelino suas histórias sao maravilhosas.

Valeu.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Yvonne said...

KKKKKKKKKKK, quem tem heróis assim, não precisa de inimigos. Tadinho do seu amigo ao lado do machão medroso, rsrsrs.
Beijocas

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Meire said...

com certeza ele nao quer mais nem passar perto de aeroporto...rs

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous peri s.c. said...

Adelino
Coronéis tem lá seus pontos fracos.
ótima história.
abraço

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

É Sonia, mas a pressa faz com que cometamos alguns enganos. Depois de postado fui corrigindo algumas coisas. Espero que ninguém tenha reparado...rss. O importante é que participei, não é?
Beijos. Feliz quinta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Foi pertinente a sua pergunta "Foi uma má escolha buscar suporte em quem tem fé?" Acho que não foi uma má escolha, vale a pena, Lica. Quando pousaram em terra firme no Rio, Joel deve ter agradecido ao seu valente companheiro de viagem.
Eu também gostei do Ziguezague.
Obrigado.
Um abraço, ótima quinta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Jorge, você disse certo: bem bolado... Mas foi verdade mesmo.
Eu também gostei muito do seu blog; voltarei lá. Muito obrigado, e um abraço. Ótima quinta-feira para você.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Eduardo, foi o que eu disse: o tempo voa tão rápido que quando vi já estávamos em cima do dia 15. Foi, aliás, o motivo de minha sugestão das datas não coincidentes. Cheguei por aqui, ontem, às 16 horas. Da próxima vez ficarei mais atento ao tempo...
Grande abraço. Meus parabéns pelo novo sucesso do Tertúlia.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Elizabeth, acho que muito mais de 40 por cento... 40 por cento revelam seu temor. Os outros 60 escondem-no... E é um medo estatisticamente infundado.
Um abraço pra você. Uma ótima quinta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Elma, chegar ao destino com mais rapidez muitas vezes é necessário. E os "aeroplanos" são/eram a solução. Agora, que era muito mais "romântico" viajar de "trem-de-ferro" era. Ia tão devagar que às vezes dava vontade de saltar e ir andando ao lado dele para esticar as pernas... Não era bom levar fumaça nos olhos ou fagulhas de carvão queimando nossa roupa novinha... Ah, e as malas também sumiam...
Um abraço. Ótima quinta-feira para você.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Ju Gioli, todos temos nossos pontos fracos, nossos temores. Pior para aqueles que tentam escondê-los a todo custo, não é?
Muito obrigado pela visita, e parabéns pela sua participação no Tertúlia.
Um abraço, e uma ótima quinta-feira. Bjs

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Milouska, muito obrigado pela sua visita. Gostei do seu blog.
O Tertúlia Virtual, o Ecological Day e outras "coletivas", além de atingir suas finalidades essenciais, proporciona-nos conhecer novos e interessantes blogs.
Abraços. Feliz quinta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Adriana, no começo é assim mesmo. Depois vai passando o medo de errar e não conseguimos mais parar. O Saia Curta´s Blog está cada vez melhor.
Obrigado pelos elogios.
Ah, sim, medo todos têm. Saber escondê-los é que é o problema...
Feliz quinta-feira. Um abraço.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Obrigado Lizete, pelo incentivo. Eu gostei de seu blog´.
Feliz quinta-feira. Um abraço.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Isabel, o seu blog é muito bonito. Gostei. Obrigado pelo retorno.
Abraços. Feliz quinta-feira pra você.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Georgia, sempre correndo...
Gostei da vinculação que fez com relação aos temas Voar e desejo de Adoção. Meus parabéns.
Abraços. Feliz quinta.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Yvonne, herói é aquele que sabe dissimular seus medos. Todos nós os temos, de uma forma ou de outra.

O Joel não contou, mas talvez os papéis tenham se invertido e foi ele quem acabou transmitindo segurança ao seu valente vizinho de poltrona, não é?
Bjks. Feliz quinta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Meire, quem sabe o Joel, diante do medo de voar do seu companheiro de viagem, não tenha perdido o seu próprio temor? Às vezes essas coisas têm efeito inverso ao que seria normal esperar. E o herói acabou sendo ele mesmo...
Abraços. Feliz quinta.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Peri, aquele coronel não era coronel de verdade, podia ser daquelas patentes que conferiam ao benfeitores dos antigos exércitos brasileiros. O que não quer dizer que, mesmo sendo um coronel de verdade, não tenha tido seus temores secretos, muitas vezes nem tanto, conforme a nossa história real. Grande abraço, meu caro "mestre" Peri. Feliz quinta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger claire said...

Olá Adelino,
a cantar e a brincar:
Lá atrás do moro tem um pé de bananeira, o Joel morreu de medo e o coronel de caganeira.
Beijinho

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Eduardo P L said...

Adelino ( Memória infalível)
quando falo da sua MEMÓRIA não estou exagerando!Eu nem lembrava mais da história da bicicleta, e muito menos que havia contado aqui no seu blog! Acho que o ALEMÃO ESTA ME RONDANDO!. Mas é verdade. E a história do avião eu já era casado e foi muitos anos depois da bicicleta!
Forte abraço

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Karen said...

Amei a história. Pra conhecer uma pessoa só em momentos assim.
Bjo e Vlw pelo recado.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Claire, gostei... Adorável seus versinhos... Bem ao gosto dos tempos de criança quando resumíamos tudo a apenas umas poucas palavras ou em apenas uma. Fica o mistério... O que você sugeriu tanto vale para o Joel quanto para o coronel (veja que rimou...)
Muito grato pela presença.
Abraços. Ótima quinta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Histórias como estas são inesquecíveis, Eduardo. Descer a velha Via Anchieta de bicicleta só controlando ali no freio é uma proeza só vista em filmes de James Bond...
Obrigado pelos elogios. Grande abraço.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Karen, muito obrigado. O post foi elaborado meio às pressas, mas parece que consegui cumprir a minha "tarafa" a tempo. Foi bom conhecer seus blogs. Espero comparecer sempre.
Um abraço. Feliz quinta-feira pra você.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Alice Salles said...

HAHAHAHAHA
Que história mais cômica! É, coronel "macho sim senhor" é coisa de filme! hahaha
Um abraço

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous DO said...

Hehehe,muito bom,Adelino.Como sempre são suas otimas historias.
Imagina se o tal coronel tivesse a tal coragem,rss

Grande abraço!!

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Ruvasa said...

Viva, Adelino!

:-))))

Abraço

Ruben

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Janaina Amado said...

Achei a história bem divertida, Adriano.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Bete said...

Adelino queridissimo
Suas historias sao fascinantes.
Tenho um amigo que tem verdadeiro pavor. Só viaja se tomar algum medicamento que o deixe fora de órbita.
Confesso que tenho um pouquinho de receio, mas é normal , né???????
Bjs

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Alice, foi mesmo engraçado. Lembrou-me aquelas antigas comédias (década de 50) - não eram do seu tempo - do comediante americano Danny Kaye...
O pior, ou o melhor, é que foi a pura realidade.
Um abraço. Feliz sexta-feira.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Maria Augusta said...

Adelino, entendo teu amigo e o coronel, não gosto de andar de avião, mas considero um "mal necessário" hoje em dia.
Abraços e parabéns por esta história saborosíssima.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Do, é bom esclarecer que o tal "coronel" não era coronel de verdade. Tinha medo de voar... Era um título que conferiam aos fazendeiros, homens de negócios que colaboraram - em tempos passados - com provisões e alojamento para as tropas do exército que passavam pelo interior. Exemplo: na Guerra do paraguai. Daí o título "coronel" que tanto ouvimos falar.
Grande abraço. Ótimo final de semana.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Ruben Valle, há quanto tempo! Ótimo vê-lo por aqui. Muito obrigado. Espero visitá-lo em seguida.
Um abraçao. E ótima semana.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Janaína, tudo bem que você me chamou de ADRIANO, mas não faz mal. Acontece com os melhores blogueiros... Já chamei a ADRIANA de GEORGIA...
O importante é que tenha gostado da história e saber que procurei ficar no tema proposto pelo Tertúlia Virtual.
Um abraço. Feliz sexta.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Bete, quando vejo seu blog ou seus comentários me alegro ao relembrar os bons tempos (40 anos passados) que morei lá no Norte do Brasil.
Apesar da grande turbulência, não fiquei que nem o "coronel" da minha história quando o turbo-hélice YS-11 da Vasp cruzou a Ilha de Marajó no trajeto Belém-Macapá... Foram só 45 minutos e voar era preciso...
Beijos. Muito obrigado pelo seu carinho. Feliz sexta-feira para vocês.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Anonymous Adelino said...

Maria Augusta, pena que só agora me lembrei de uma pessoa conhecida da família que tinha um teco-teco, sabe o que é isso? (O Eduardo deve saber...)
Então, essa pessoa enchia o aviãozinho de laranja, decolava e lá em cima virava o aparelho de cabeça pra baixo despejando laranja sobre a cidade... Era um "voar" de laranja pra todo lado...
Abraços. Feliz semana.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger Al Kantara said...

Caro Adelino, o coronel da sua deliciosa história nunca deveria ter passado de sargento...

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger expressodalinha said...

Adelino, já fui de Lisboa ao Porto com um dos Ministro dos Transpotes, num "teco-teco" e só faltou amparar a cabeça para ele vomitar.

quinta-feira, outubro 16, 2008  
Blogger saia justa said...

Oi, bom dia!!!

Tudo bem com você?

Olha, vim te avisar que todos os participantes da blogagem Adocao, estao em novo blog criado para este assunto. Por favor, verifique se seu link está abrindo direitinho. Por favor, traga o selo também para cá, nos ajude a divulgar esse assunto super importante.
http://blog-blogagem.blogspot.com/

Te desejo um ótimo dia.

Abracos

sexta-feira, outubro 17, 2008  
Anonymous Adelino said...

Al Kantara, devia ser rebaixado a cabo...
Um abraço. Feliz final de semana.

sexta-feira, outubro 17, 2008  
Anonymous Adelino said...

Jorge, quando o avião começa a voar (usando o verbo "voar" pra ficar no tema do Tertúlia...) todo mundo lá em cima é igual. Exceto o piloto, co-piloto, aero-moças... Quando desce em terra firme orgulhos e preconceitos voltam.
Levantou vôo não tem meio termo: ou se é um homem ou um rato medroso. Geralmente um rato medroso... rss. Difícil é confessar isso.
Um abraço, Jorge, obrigado pela visita. Feliz final de semana.

sexta-feira, outubro 17, 2008  
Anonymous Adelino said...

Gergia, no post coloquei o link para o Saia Justa porque ali está o "regulamento". No Blogagem, os nomes dos que aderiram.
Um abraço. Feliz sexta-feira.

sexta-feira, outubro 17, 2008  
Anonymous Adelino said...

Gergia, no post coloquei o link para o Saia Justa porque ali está o "regulamento". No Blogagem, os nomes dos que aderiram.
Um abraço. Feliz sexta-feira.

sexta-feira, outubro 17, 2008  
Blogger Ery Roberto Corrêa said...

Muito boa! Com um "incentivador" como esse Coronel o melhor mesmo é ir de ônibus. Adelino, um livro seu com todas essas histórias seria sucesso absoluto, meu caro. Pense nisto. Fale com Lord, ele tem bastante experiência no ramo, sirva-se do Valter e, lógico, conte comigo no que eu puder lhe ajudar. Dou-lhe a capa de presente, pronto!

Vamos nessa? Ou você tem medo de um vôo assim? qualquer coisa lhe arrumamos um bom "coronel".

Abração e parabéns pelo texto.

Ery Roberto

sábado, outubro 18, 2008  
Anonymous Adelino said...

Ery, interpreto sua sugestão como um incentivo e elogio, além do carinho que tem para com os amigos. Sei dos meus limites.
Quando começo a contar essas ingênuas historinhas pessoais quase sempre ligadas aos temas propostos procuro chegar ao seu término percorrendo “trilhas literárias” mais confortáveis, menos difíceis, caminhos já antes percorridos. Não me aventuro nessa floresta perigosa que é a língua portuguesa, cheia de surpresas a cada passo que damos. Eu não diria que seja medo, digamos apenas cautela, cuidado, já que vejo apenas “cobras da escrita” por este caminho...
Muito grato por suas palavras. Já é uma grande honra ser aceito no meio de tantos amigos inteligentes com os quais só tenho a aprender sempre.
Grande abraço. Feliz semana.

segunda-feira, outubro 20, 2008  
Anonymous Maria das Graças said...

Adelino, quantas estórias engraçadas de viagem de avião.
Hoje sabemos que é o transporte mais seguro e rápido.
Pelos contos de infancia,nossa educação;onde nosso horizonte é tão limitado, sempre nos sentimos diminuídos e sem coragem de enfrentar certos desafios.
O coronel deveria segurar até uma cobra pelo rabo,com a sua valentia, mas foi educado com limitações que vieram à tona no momento da incerteza se o avião poderia cair ou não.
Muito engraçado, pois todos nós passamos por estes medos.

Maria das Graças.

sábado, maio 09, 2009  

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