25 fevereiro 2009

TEMPOS MODERNOS...

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Um aparelho que veio revolucionar o mundo fonográfico há algumas décadas:
“Agora você pode ouvir seu LP favorito em qualquer lugar que esteja: no saguão do aeroporto, no consultório do dentista, enquanto espera a condução etc. etc.Breve, disponível nas boas lojas do ramo"...
Nota: este post é dedicado ao amigo Peri, do Armazém...
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37 Comments:

Anonymous DO said...

Nem sabia que tinha,rsss

Abração!!

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Blogger Eduardo P.L said...

Adelino,

vc acredita que eu fui possuidor de um desses? Quer dizer, meu pai comprou e eu me apossei...

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Do, não tinha; teve. É do tempo do Eduardo...
Abraços.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Blogger peri s.c. said...

Ah, ah, adorei essa "novidade", Adelino.
Enquanto os Cds vão perdendo a briga com a pirataria, os LPs estão voltando à moda. Seu público : os que apreciam a riqueza de reprodução de música com uma qualidade que só os sulcos de um LP permitem. Melhor ainda se o aficcionado tem um equipamento valvulado ( cada vez mais sofisticados e ... carésimos ).
Portanto em breve esse interessante um equipamento portátil deverá voltar às prateleiras das boas casas do ramo...

Um amigo tinha um destes toca-discos no carro, que tocava aqueles "compactos-duplos", em cada buraco,pulava de faixa, ah, ah.

abraço

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Acredito que sim, Eduardo. Eu não conheci essa maravilha...
Aposto que você teve também um Transglobe, da Philco... ou um Telespark transistorizado... rs
Abraços.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Anonymous Adelino said...

Peri, a gente brinca com isso, mas na verdade ainda não sabemos, na prática, qual a durabilidade dos CD´s, tanto os de música quanto os de dados ou imagens. Só saberemos daqui a uns dez anos.
A durabilidade dos vinis 78rpm (gravados de um lado só ou não), dos LP, dos EP (33rpm ou 45), simples ou duplo, os compact-disc etc. já foram aprovados.

Gostei da história do seu amigo que tinha no carro algo parecido com o aparelho do post... E aqueles toca-fitas gigantescos para automóveis? E os mini-cassetes que de repente paravam emudeciam, e quando a gente ia ver tirava quase 1 km de fita de dentro do painel do carro?! Uma lástima. Até pra jogar fora era difícil.
Um abraço.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Blogger Maria Augusta said...

Muito charmoso este toca-discos, que era o sonho que dura até hoje de levar a música onde formos.
Lindo post!
Um abração.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Blogger €ster said...

Olá!!

€stou passando nos blogues amigos para convidá-los a participar da Blogagem Coletiva sobre “INCLUSÃO SOCIAL” que acontecerá no próximo dia 09/03/2009.

Ficarei muito feliz de poder contar com sua participação!
Se for participar, por gentileza, deixe um recado no blog Esterança.

Desde já, muito grata!

€ster

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Blogger João Menéres said...

Não sei qual das novidades mais gostei!O preço é DOIS EM UM?

Abraço.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Anonymous Anônimo said...

O espirito inventivo do brasileiro é surpreendente: Já descobriram nova utilidade para o rebobinador de CDs e DVDs.
Pena que não aprendamos a escolher nossos políticos, se é que um dia teremos opções dignas para a possível capacidade da minoria que sempre "escolhe o menos pior".
Strix.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009  
Blogger peri s.c. said...

Adelino
Finalmente respondo a seu convite, lá no Armazém, para selecionar a frase do livro mais próximo, dê uma olhada, talvez tenha valido a pena a espera.
abraço

quinta-feira, fevereiro 26, 2009  
Blogger Cris said...

Oi, Adelino, meu amigo

Eu via um desses na casa de uns amigos de pais com miores condições financeiras. Ou que gostavam de música. Faz tempo!!!

Beijão.

(O reinado de Momo foi pensando no melhor filme que tive a graça de ver.Mexeu bastante cá dentro.)

quinta-feira, fevereiro 26, 2009  
Blogger Aninha Pontes said...

Grande Adelino, que sempre nos traz lembranças à tona.
Claro que é bom rever essas coisas que fizeram parte de um tempo em que vivemos, mas isso será sempre uma saudade, ou coisa de colecionadores, a era vinil, creio que já foi.
Um beijo

sexta-feira, fevereiro 27, 2009  
Blogger valter said...

Adelino,
já que tocou no assunto, conta aí porque o aparelho que tocava os discos chamava-se vitrola. Tenho certeza que vc sabe.
Abraço forte

sexta-feira, fevereiro 27, 2009  
Anonymous meire said...

o antecessor do CD...rs

sexta-feira, fevereiro 27, 2009  
Blogger Eduardo P.L said...

Adelino,

com certeza tive um Telespark... mas como não sou muito ligado em som, não me lembro dos detalhes...
Outra coisa que me surpreendeu foi a curta duração da "moda" dos CDs. Quanto à sua durabilidade realmente é uma incognita!

sábado, fevereiro 28, 2009  
Anonymous b said...

Saudade do meu vinil preferido:
Todos dos Beatles e do Trini Lopez

domingo, março 01, 2009  
Anonymous Bete said...

Ola caro amigo.
Passei pra desejar uma otima semana.
Bjs no coração

domingo, março 01, 2009  
Blogger Jeanne said...

Olá,, tem um selinho para ti lá no blog.
Beijos

domingo, março 01, 2009  
Blogger Georgia said...

Adelino, nao é do meu tempo. Mas imagino a revolucao que foi,rs.

Abracos e até dia 4, rs.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Maria Augusta, quando eu era criança ficava imaginando se algum dia o homem conseguiria inventar um aparelho que nos permitisse ver e ouvir uma orquestra tocando. Achava isso impossível, mas acabou acontecendo, e com uma qualidade inimaginável. É o caso daquela “geringonça” nas mãos da moça da gravura. Apesar de ser - para os dias de hoje - um “trambolho” não deixou de ser um progresso.
Abraços. Ótimo início de semana.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Anotado, Ester. Espero
participar.
Um abraço.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

João, tinha o dois em um, depois o três em um. Se um estragasse os outros iam para o brejo juntos… Que nem a atual crise econômica mundial.
Um grande abraço.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Strix, gostei das suas observações. Do jeito que as coisas andam não creio neste seu sonhado dia em que teremos opções dignas de escolha. Temos de nos conformar já que nos colocaram numa democracia baseada numa Constituição feita em cima dos joelhos. Uma minuta de Constituição. Que nunca foi passada a limpo. E por isso mesmo obedecida segundo a conveniência dos que se encontram no poder no momento.
Um grande abraço.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Peri, confesso que não me lembrava mais do “dever de casa” que eu lhe passei, ou melhor, repassei. Você mereceu nota 10.
Quanto à palavra Meme, pergunte ao Ery que ele tem uma versão razoável. A minha é a de que meme seria derivada de mimo, agrado, já que passamos “memes” aos “amigos mais chegados”.
Grande abraço. Feliz semana. Com calor…

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Cris, apesar de ter visto vitrola de agulha descartável numa maleta escura, nunca vi “aquilo” da imagem do meu post funcionando… Deve ser dos anos 50.
Quanto ao “reinado de Momo”, até esse rei já perdeu a majestade. Nem gordo é mais. Talvez até receba o Bolsa-fome…
Um beijo. Feliz início de semana.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Ana, não tenha tanta certeza assim. Nem conhecemos ainda a durabilidade dos Cd´s e DVD´s. Só daqui a muito tempo. E claro que isso depende muito da qualidade do material usado. Tenho fitas mini-cassete de som e VHS de imagens de 30 anos funcionando. E os celulóides, seriam mais fortes dos que as tais digitais de hoje? Espero que não, que sejam iguais, pelo menos.
Um beijo.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Valter, sem consultar Wiki´s ou googles acho que vem da palavra Victor, um nome próprio de pessoa. Foram os primeiros a gravarem o som em vinil. Lembra-se da etiqueta? Aquele cãozinho ouvindo a voz do dono no “gramophone”?
Em casa tinha uma vitrola. Uma maleta preta, que a gente abria e puxava um braço móvel, colocava uma agulha de uns 3cm de comprimento, tocava umas quatro vezes e substituia. Uma maravilha…
Depois veio uma eletrola (uma vitrola elétrica). Tinha um disco 78rmp da Deanna Durbin cantando "Indian Loves Song"...
Grande abraço. Feliz semana.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Meire, talvez, mas em matéria de som gravado depois dos LP´s vieram os cassetes/mini-cassetes e foi por aí. O progresso foi/é muito rápido. Num espaço de uns 30/40 anos a evolução foi muito grande, quase inacreditável.
Um abraço. Feliz semana.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Eduardo, tinha o Telespark, o Telespiker… O Telespark, com aquela maletinha de couro possuia um som maravilhoso. Eu fui um dos precursores em usá-lo nos campos de futebol… Ia ao Maracanã com ele a tiracolo. Não existia nada mais fascinante do que ver o jogo acompanhando a narração dos nossos locutores preferidos: Orlando Batista, Jorge Cury, Antonio Cordeiro, e até, pasme, o Raul Longras. Não vou falar muito, porque me veio a idéia de um post “about”…
Um grande abraço.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Bete, muito obrigado. Pra você também uma ótima semana. O calor aqui no “Sul” está de derreter pixe…
Diferente de vocês que estão no inverno. Um inverno de mínima 22 e máxima 31, não é? Ou até isso mudou?!...
Beijos. Uma ótima semana para vocês.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Jeanne, vou lá. Muito obrigado pela lembrança. Beijos.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Georgia, claro que não é do seu tempo… É do meu tempo, do tempo do Eduardo que até teve um “exemplar”, tempo do Peri, que deve tê-lo vendido aos montes, sob encomenda, no Armazém; do Valter, que está pensando em usar algo semelhante na Pier-FM… Já imaginou você chegar numa festinha de aniversário portando aquela “coisa”? Depois colocava pra tocar o Orlando Dias, Anisio Silva, Silvinho, os Românticos de Cuba no Cinema? Ray Conniff, Franck Pourcel, Nat King Cole, Pat Boone e tantos outros?
É brincadeira minha, ok?
Um abraço. Feliz´semana.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Bárbara, Trini Lopez tinha um genérico brasileiro, sabia? Era Prini Lorez, caminhando na esteira do sucesso do original Trini.
Quem entende bem disso é o Valter Ferraz, da Pier-FM…
Grande abraço.

segunda-feira, março 02, 2009  
Anonymous Adelino said...

Bárbara, Trini Lopez tinha um genérico brasileiro, sabia? Era Prini Lorez, caminhando na esteira do sucesso do original Trini.
Quem entende bem disso é o Valter Ferraz, da Pier-FM…
Grande abraço.

segunda-feira, março 02, 2009  
Blogger  said...

Adelino,
Desculpe a intromissão...
Meu comentario não é sobre seu ultimo post, mas sobre o post na ocasião do falecimento de Artur da Tavola... eu era (sou) uma leitora assidua dos textos dele e tambem tenho um fato pessoal para contar: Comecei a gostar de Artur na epoca da faculdade (1990) pois um professor sempre lia cronicas do livro "Alguem que ja nao fui", sempre procurei e nunca encontrei este livro para comprar... em 2007 resolvi escrever ao autor e este para minha surpresa disse possuir somente um exemplar, mas que se era importante para mim, me presentearia e assim o fez, me enviou o livro com uma dedicatoria muito especial. Ele realmente tratava com atenção e delicadeza seus leitores. Saudades dele...
Adorei seu blog!
Um abraço
Andréa Novato (andrea_novato@hotmail.com)

quinta-feira, março 05, 2009  
Anonymous Adelino said...

Andréa, sempre admirei o nosso Artur da Távola, o Paulo Alberto Monteiro de Barros. Não sei se contei no post sobre a morte dele um fato curioso: eu tinha muita curiosidade em saber o nome de uma bonita árvore de folhas grandes que ficavam vermelhas no outono e verão. Então, certo dia, li uma crônica do Távola em que ele falava justamente sobre ela. Fiquei sabendo que se chamava amendoeira. Sem nenhuma outra intenção, escrevi para ele contando isso, inclusive que eu pegara uma semente na rua, plantara em casa, e quando ela germinou eu a transplantei para o nosso imenso jardim. E contei também que a nossa amendoeira já devia ser avó, bisavó e que ainda continuava oferecendo sua sombra a quem dela precisasse. Ele, o Artur, gostou tanto que me pediu licença para publicar o meu depoimento na coluna dele no jornal O Dia. Claro que consenti. A crônica foi publicada sem que ele alterasse uma vírgula sequer. Fiquei muito honrado e disse isso por e-mail a ele, e a resposta do Távola foi: “Honrado fiquei eu...” Veja quanta modéstia do nosso saudoso Artur.
Noutra ocasião, também não sei se contei isso, por pura coincidência, eu estava com o rádio ligado na Rádio Globo, e consegui gravar uma crônica natalina que ele fez de improviso. Muito bonita. Eu a transcrevi e mandei a ele. Publicou, com algumas alterações, dizendo-me que se lesse uma de suas crônicas 20 vezes, 20 alterações ele faria... Tenho essa gravação até hoje, na voz dele, em fita-cassete. Isto foi no Natal de 1977...
Bem, Andréa, é só. Tenho inúmeros livros do Távola. Aliás ele tinha uma frase interessante sobre livros: “A verdadeira vida de um livro começa num sebo”...
Um grande abraço pra você, muito obrigado por ter lido meu blog. Comente sempre. Você escreve muito bem. Feliz semana, com minhas desculpas pelo atraso no comentário/resposta ao seu.

sexta-feira, março 20, 2009  

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